Norte-americano desaparecido no Irão morreu sob detenção

O norte-americano Robert Levinson, um reformado ex-agente do FBI, desaparecido, em 2007, no Irão, em circunstâncias misteriosas, "morreu enquanto estava detido" pelas autoridades iranianas, anunciou a família.

O Presidente norte-americano não confirmou formalmente esta morte, mas deixou entender que era provável.

"Não nos disseram que estava morto, mas muitas pessoas pensam que é o caso", afirmou Donald Trump, que se declarou desolado.

Washington sempre afirmou que Levinson não trabalhava para o Governo norte-americano quando desapareceu, em março de 2007. Na altura estava reformado do FBI, há 10 anos.

Mas, segundo o Washington Post, trabalhava para os serviços de informações, designadamente a CIA, e deveria encontrar-se com um informador a propósito do programa nuclear iraniano.

A família disse que Levinson morreu antes da pandemia de coronavírus ter atingido duramente o Irão, o que levou as autoridades a libertar milhares de prisioneiros.

O Irão emitiu um comunicado a dizer que desconhece o paradeiro de Robert Levinson, negando que o americano fosse prisioneiro.

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