Filho de Trump foi cuspido num restaurante de Chicago

Funcionária de um restaurante em Chicago cuspiu em Eric Trump. Foi detida pelos serviços secretos que estavam no local e acabou por ser libertada

"Foi puramente um ato repugnante de alguém que tem claramente problemas emocionais". É desta forma que o filho do presidente dos EUA classifica o que lhe aconteceu na terça-feira à noite num restaurante em Chicago. Uma funcionária cuspiu em Eric Trump e foi detida pelos serviços secretos acabando depois por ser libertada.

O incidente foi confirmado pelo próprio filho de Donald Trump ao site Breitbart News. Tudo aconteceu por volta das 20:30 no Aviary, um luxuoso restaurante, quando uma empregada do estabelecimento cuspiu na cara de Eric Trump, um dos vice-presidentes da Organização Trump.

O empresário atribuiu o gesto às preferências políticas da funcionária. "Para um partido que apregoa tolerância, isto mostra novamente que eles têm pouca civilidade. Quando alguém está doente o bastante para cuspir em alguém isto só enfatiza a doença e o desespero e o facto de estarmos a vencer", afirmou Eric Trump Breitbart News referindo-se aos democratas.

Elementos dos serviços secretos que garantem a segurança do filho do presidente dos EUA agiram de imediato e detiveram a funcionária que acabaria por ser mais tarde libertada.

O Departamento de Polícia de Chicago também esteve no local a prestar auxílio aos serviços secretos, conforme disse o porta-voz da força policial, Anthony Gugliemi no Twitter.

Eric Trump estava na cidade de visita ao Trump Hotel Chicago e fazia-se acompanhar por um grupo de pessoas no restaurante quando o incidente aconteceu.

Mary Ann Ahern, jornalista da NBC Channel 5, de Chicago, foi quem deu conta do episódio via Twitter, onde relatou que a funcionária alegadamente cuspiu em Eric Trump e que estaria sob custódia dos serviços secretos.

De acordo com o Breitbart News, o filho do presidente dos EUA decidiu não apresentar queixa contra a mulher, que acabou por ser libertada.

À semelhança do que aconteceu agora com o empresário, membros da administração de Trump já tinham sido confrontados em restaurantes. Em junho do ano passado, Sarah Sanders, porta-voz da Casa Branca, foi mesmo expulsa de um restaurante por trabalhar para Donald Trump. Também em 2018, a secretária da Segurança Interna norte-americana, Kirstjen Nielsen, foi vaiada enquanto jantava num restaurante mexicano em Washington.

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