Madeira entra na onda e faz vídeo para Trump

Um grupo de humoristas da ilha fez um vídeo para reclamar o segundo lugar na lista de prioridades. Ou o primeiro, em termos de ilhas

O vinho, as bananas, Ronaldo, Alberto João Jardim, Porto Santo e até o pilão usado para fazer a poncha. Estas são algumas das preciosidades da ilha da Madeira, segundo um grupo de humoristas local, que fez um vídeo na linha dos muitos já existentes que reclamam para os seus países de origem o segundo lugar na lista de prioridades, depois de Donald Trump ter declarado que com o seu mandato seria a "América primeiro".

Os 4Litro criaram e partilharam um vídeo em que referem alguns dos atrativos da ilha, muitos deles em comparação ou associação com os Estados Unidos e perguntam ao presidente norte-americano se, ao nível da ilhas, a Madeira não pode ficar em primeiro lugar. O grupo lembra, por exemplo que foi com vinho da Madeira que se brindou a assinatura da independência dos Estados Unidos e que uma garrafa foi vendida por 30 mil dólares em Nova Iorque, a "grande maçã."

Daí os humoristas falam das bananas (e até surge Dolores Aveiro, mãe de Cristiano Ronaldo, que é embaixadora da banana da ilha). São pequenas mas saborosas", dizem. "Você percebe de bananas pequenas, sabe do que estou a falar", gozam enquanto se vê a imagem de uma escultura de Trump nu. E por serem tão bons com as formas fálicas, alegam, os madeirenses, têm o "caralhinho" para fazer a poncha.

Cristiano Ronaldo e a sua estátua também enchem os madeirenses de orgulho, segundo este vídeo, em que se realça a semelhança ao nível da pronuncia entre Machico e México e se fala de Porto Santo e do ukelele, em comparação com o Havaí e com o instrumento tradicional do arquipélago norte-americano, respetivamente.

Alberto João Jardim não podia faltar, bem como os tempos que Winston Churchill passou na ilha após a segunda Guerra Mundial.

No final, o vídeo contraria Trump. Não é a primeira que está em primeiro, mas sim o Benfica.

Na semana passada, o programa 5 para a Meia-Noite tinha feito uma versão portuguesa da tendência humorística que surgiu na Europa depois do discurso de tomada de posse de Donald Trump.

Holanda, Bélgica, Alemanha, Suíça, Dinamarca ou Lituânia foram alguns dos países que fizeram versões locais.

Agora a Madeira juntou-se-lhes.

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