Revista de imprensa. Vagas para médicos por preencher, segurança do Benfica e incendiários em destaque
O Público avança este sábado que, no ano passado, quase metade das vagas com incentivos para médicos ficou por preencher. "Um quinto dos profissionais que preencheram vagas com incentivos em 2025 eram médicos de família. Ao todo, foram ocupadas 194 vagas carenciadas", diz este jornal que traz também um retrato daqueles que lideram o Movimento pela Habitação.
Na mesma linha, o Observador diz que comunistas e bloquistas lideram movimentos de luta pela habitação, mas garantem independência financeira e de ação face aos partidos.
O Jornal de Notícias destaca que a PJ já deteve 63 incendiários mas só metade ficou em prisão preventiva. "Detenções de incendiários continuam elevadas após número recorde em 2025, quando foi apanhada quase uma centena de pessoas. Fogo posto dizimou este ano 41.232 hectares, que representam mais de metade do total da área ardida", lê-se.
O Correio da Manhã diz que a claque faz segurança ao Benfica. "São vários os membros da claque dos No Name Boys - o grupo de adeptos que o Benfica não quer legalizar - que fazem parte da empresa de segurança do próprio Benfica. A ‘confusão’ tem levado a alguns incidentes - com adeptos/seguranças a fazerem revistas a adeptos rivais - e já se verificaram muitos momentos de tensão dentro e fora do Estádio da Luz", escreve.
O Eco avança que descida da retenção na fonte penaliza reembolsos de IRS em 2027. "Redução das tabelas de retenção na fonte em 50% em novembro vai emagrecer os reembolsos que trabalhadores e pensionistas terão direito no próximo ano. E há quem tenha de pagar mais de 2.000 euros", assegura, apresentando várias simulações.
Já o site do Expresso destaca que depois de pagar as despesas de habitação, 27% da população fica em risco de pobreza
