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Leia a revista de imprensa.Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. Contas poupança isentas de impostos por três anos e os assaltos a residências

Leia os destaques da imprensa desta terça-feira, 6 de outubro.
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O Público avança esta terça-feira, a propósito do arranque das negociações, que desde 2016, só em 2020 e 2024 as atualizações anuais garantiram ganhos reais a todos os funcionários públicos. Os sindicatos reclamam aumentos superiores a 6%.

Este jornal conta também que um cirurgião inscrito na Universidade do Minho pede apoio português para sair da Faixa de Gaza. A instituição apela a que sejam encontradas, “com a maior brevidade possível”, soluções para que o cirurgião palestiniano possa continuar a sua formação.

O Jornal de Notícias avança que mais de 35 residências são assaltadas por dia em todo o país. No total, PSP e GNR registaram 12.973 ocorrências no ano passado, um número inferior ao contabilizado em 2024. 

Lê-se ainda neste jornal que a última época balnear foi a pior dos últimos cinco anos: registou 30 mortos.

O Correio da Manhã dá conta de que três burlões do 'Olá Pai, Olá Mãe' escaparam para o Brasil com fortuna. Fizeram 22 vítimas, que perderam milhares de euros.

Anuncia também a morte do empresário e dono do clube noturno Elefante Branco, que era visado numa acusação que o aponta como o cabecilha de uma rede de lenocínio, branqueamento de capitais e tráfico de pessoas para exploração sexual.

O Diário de Notícias destaca que a banca ainda deve 70% dos 30 mil milhões de euros em apoios dos contribuintes.

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Leia aqui o DN desta terça-feira, 6 de outubro

O Expresso diz que os carros elétricos em Portugal ultrapassam pela primeira vez as vendas dos híbridos e alcançam a liderança do mercado.

O Negócios destaca que a CMVM propõe contas-poupança isentas de impostos por três anos. "O instrumento desenhado prevê o investimento em várias classes de ativos e todos os mercados da OCDE, num total de 250 mil euros. Há limites a comissões e custos com transferências para fomentar a concorrência entre os bancos, que serão também os responsáveis pelo reporte fiscal", lê-se.

Este mesmo assunto esta em destaque também no Eco.

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