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Leia a revista de imprensa.Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. As eleições no Brasil, a crise da habitação e as intervenções policiais

Leia aqui os destaques da imprensa desta segunda-feira, 26 de outubro.
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As eleições presidenciais no Brasil, apesar da hora tardia em Portugal a que se soube da vitória de Lula da Silva para um novo mandato, estão na primeira página do Público e do Jornal de Notícias. "Brasil até à última", diz um; "'Virada' de Lula vale inédito quarto mandato no Brasil", escreve o outro.

As imagens da carga policial nas acampadas de Lisboa e Porto na madrugada de domingo também estão em destaque na imprensa. "Carga policial aumenta pressão sobre Governo, Seguro chamado a intervir", sublinha o Público. O JN diz que o investimento do Governo na habitação cai 63% em 2027, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2027. "O fim do PRR marca quebra nos projetos estruturantes e casas vão sofrer. Aposta no setor vale 1,39 euros por cada cem de despesa feita pelo Executivo", lê-se.

Este jornal diz ainda que os autarcas afastam portagens à entrada das cidades do Porto e Lisboa sem alternativa. A proposta da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes num estudo sobre o financiamento da rede rodoviária não convence os autarcas das regiões, diz.

O Correio da Manhã destaca a "madrugada violenta na crise da habitação", mas também um "desvio milionário de subsídios europeus". Segundo este jornal, o DCIAP está a concluir uma investigação a um esquema suspeito de branqueamento de cerca de dez milhões de euros em fundos europeus na compra de veículos topo de gama.

O Diário de Notícias destaca em título na primeira página os programas das Câmaras para apoiar alunos: rendas acessíveis e viver com idosos.

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Leia aqui o DN desta segunda-feira, 26 de outubro

No Negócios lê-se que o concurso para concessão da Metro do Porto derrapa e vai obrigar a nova prorrogação com o grupo Barraqueiro. "Potenciais interessados no concurso para a subconcessão da operação do metro por oito anos apresentaram 3 mil pedidos de esclarecimento. O prazo para a entrega das propostas só vai terminar no fim de novembro, não havendo condições para que em abril haja um novo operador", segundo este económico.

O Eco diz que a "habitação pública está nas mãos de um IHRU com cofres cheios, mas sem fôlego". "Sete presidentes em 19 anos, um mapa de pessoal por preencher e sistemas por atualizar. O IHRU recebe cada vez mais milhões, mas as famílias continuam à espera de uma casa que não chega", acrescenta.

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