Revista de imprensa. A vitória do FCP, o preço dos combustíveis e o prémio no negócio da REN
A vitória do FC Porto sobre o Benfica (3-1) está em destaque nas primeiras páginas dos jornais nacionais, num dia em que arrancam as aulas do ensino secundário, uma semana depois do previsto devido aos problemas com os exames nacionais.
"Secretas avaliam usar IA e mantêm extremismos violentos no radar": é este o destaque do Público, que escreve que, num parecer, o Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) insiste na importância do acesso a metadados e pede uma “solução jurídica clara” que o permita.
Em entrevista, Augusto Santos Silva defende que "há uma operação política evidente para tentar liquidar a PJ. E, numa semana em que entra em vigor a chamada lei das burqas, traz uma conversa com Shumailla, que diz que “há mais problemas agora do que antes da lei”.
O Jornal de Notícias destaca o professor de música que foi condenado pelo Tribunal de Loures a uma pena de 16 anos de prisão e ao pagamento de uma indemnização de 56 mil euros por usar aluna como objeto sexual.
Este jornal fala ainda do caso de um jovem que foi abatido com quatro tiros por dupla de irmãos. Um assunto que também vem destacado no Correio da Manhã, que diz em manchete que o Governo paga prémio de 64 milhões de euros no negócio da REN. "Estado pagou 64 milhões de euros a mais face à cotação em bolsa da REN na véspera da assinatura do contrato. Contrato de compra e venda foi assinado no dia da Festa do PSD no Pontal, no Algarve, em 14 de agosto último", escreve.
No Diário de Notícias o destaque vai para uma sondagem DN/Aximage, segundo a qual a PJ resiste a Luís Neves e só perde para as Forças Armadas na confiança dos portugueses.
O Expresso faz as contas e diz que andar com carro a gasóleo já custa mais do triplo de um carro elétrico.
O Eco realça que o preço do jet fuel volta a disparar e TAP é a menos protegida.
No Negócios lê-se que intermediários preparam-se para nova onda de renegociações do crédito da casa. "O aumento dos encargos com a prestação da casa deverá dar um novo impulso à procura para rever as condições contratuais. Conjugado com um abrandamento nos novos financiamentos devido ao aperto na taxa de esforço, faz com que os intermediários de crédito esperem uma mudança no negócio", diz.
O Jornal Económico escreve que metade de 24 mil milhões de investimento em Sines já avança.
