Revista de imprensa. 690 mil pedidos de nacionalidade pendentes e radicais das acampadas na mira das autoridades
O Público avança esta quarta-feira que o Instituto dos Registos e do Notariado tem mais de 690 mil pedidos de nacionalidade pendentes, mais 38% que no ano passado. Segundo o jornal, apenas um quarto diz respeito a pedidos de residentes e 23% a pedidos de descendentes de judeus sefarditas.
O diário conta ainda que a União Europeia deixou quase 100 mil milhões por utilizar nos PRR. "Bruxelas sem mãos a medir com os pedidos finais de pagamento. Montante final rondará os 580 mil milhões de euros. Todos os países cumpriram prazos, com as “fintas” permitidas pela Comissão", lê-se.
O Jornal de Notícias destaca que as farmacêuticas terão de pagar tratamentos aos doentes no fim dos ensaios. "Embora a prática já seja recorrente, a partir de sexta-feira passa a ser uma salvaguarda legal com a publicação de uma nova portaria", explica.
O Correio da Manhã faz manchete com um tema que vem em toda a imprensa: as acampadas em Lisboa e no Porto para protestar pelo preço da habitação. Mas o foco neste jornal é o facto de, segundo avança, a PJ e o SIS vigiarem os radicais. Diz que na mira das autoridades estão as organizações brasileiras Unidade Popular pelo Socialismo e Movimento Olga Benário.
O Diário de Notícias destaca que os mais ricos do país duplicaram valor em imóveis, depósitos e empresas.
O Negócios diz que a Sonangol foi forçada a vender no BCP para escapar à lupa do BCE. "A empresa estatal angolana, que é o segundo maior acionista do banco português, arriscava ficar com mais de 20% do capital se não vendesse ações no programa de recompra lançado pela instituição financeira. Essa fasquia implicaria um pedido de autorização ao Banco Central Europeu", explica.
Já o Eco conta que a riqueza das famílias aumenta 73% na última década à boleia da subida dos preços das casas. "As famílias portuguesas têm hoje mais 514 mil milhões de euros de riqueza líquida do que há 10 anos. Os imóveis, hoje avaliados em 725 mil milhões, foram responsáveis por mais de metade dessa subida", lê-se.
