Desespero na Venezuela à medida que sobem as cifras de vítimas mortais provocadas pelos sismos
Desespero na Venezuela à medida que sobem as cifras de vítimas mortais provocadas pelos sismos EPA

Venezuela. Sobe para 100 número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos

Entre os 100 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos estão 18 crianças e 82 adultos, indicou o MNE.
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O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela aumentou para 100 e há 59 desaparecidos, anunciou esta terça-feira (7 de julho) o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

Entre os 100 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 86 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 82 adultos, indicou o MNE.

O anterior balanço contabilizava 97 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 59 desaparecidos.

Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial do país.

Mais de 17 mil pessoas estão desalojadas e 856 edifícios foram danificados ou destruídos, informaram ainda as autoridades venezuelanas.

Várias nações, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.

A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

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