Volodymyr Zelensky tem alertado os seus aliados de que sem ajuda dos EUA a Ucrânia não alcançará os seus objetivos. EPA/SERVIÇO DE IMPRENSA DA PRESIDÊNCIA UCRANIANA
Volodymyr Zelensky tem alertado os seus aliados de que sem ajuda dos EUA a Ucrânia não alcançará os seus objetivos. EPA/SERVIÇO DE IMPRENSA DA PRESIDÊNCIA UCRANIANA

Senado dos EUA chega a acordo sobre migração e Ucrânia

A legislação, porém, corre o risco de ficar pelo caminho devido à ala extremista dos republicanos.
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O senado norte-americano chegou no domingo a um acordo entre democratas e republicanos para desbloquear novos fundos para a Ucrânia, ao mesmo tempo que reforça a política de imigração dos EUA.

A aprovação do texto está no entanto longe de estar garantida, com um número crescente de republicanos na Câmara dos Representantes a opor-se ao envio de novos fundos para Kiev para fazer face à invasão da Rússia.

O presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Mike Johnson, considerou a proposta "morta à chegada" ao hemiciclo.

O pacote, de 118 mil milhões de dólares, combina a política de reforço de fronteiras e a ajuda em tempo de guerra para a Ucrânia, Israel e outros aliados dos Estados Unidos.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, já disse apoiar firmemente o acordo e apelou à sua rápida adoção.

O acordo pode ser a melhor oportunidade para o presidente reabastecer a Ucrânia com ajuda em tempo de guerra, um importante objetivo da sua política externa

"Chegámos a um acordo bipartidário sobre segurança nacional que inclui as reformas mais duras e justas em matéria de imigração das últimas décadas. Apoio-o firmemente", afirmou este domingo Joe Biden em comunicado, instando o Congresso a "aprová-lo rapidamente".

O acordo deve ser "levado ao meu gabinete para que eu possa assiná-lo como lei imediatamente", acrescentou.

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