Um ataque de um leão-da-montanha terá causado a morte a uma mulher na quinta-feira, 1 de janeiro, quando caminhava num trilho da montanha Crosier, no condado de Larimer, no estado norte-americano do Colorado.O Departamento de Parques e Vida Selvagem do Colorado (CPW) revelou que a descoberta foi feita por um grupo de excursionistas que caminhavam no local quando encontraram o animal junto a um corpo.Para afugentar o leão-da-montanha, os excursionistas arremessaram pedras e quando chegaram junto à vítima constataram que ela não tinha pulso.Em conferência de imprensa, Kara van Hoose, porta-voz do CPW, disse que "este tipo de ataques são muito raros no Colorado", revelando que desde 1990 foram registados apenas 28, sendo que o último ataque fatal ocorreu em 1999.Esta responsável disse ainda que os agentes em serviço conseguiram abater o animal que terá provocado a morte àquela mulher, cuja identidade ainda não foi revelado. Este é um procedimento normal, uma vez que é uma forma de garantir a segurança pública. Posteriormente, os animais abatidos são submetidos a testes de ADN humano para determinar se foram responsáveis pelo ataque, sendo ainda sujeitos a exames para avaliar se sofrem de alguma doenças neurológica, como raiva ou gripe aviária.No estado do Colorado há uma população estimada entre os 3.800 e os 4.000 leões-da-montanha, uma espécie que vem crescendo desde que, em 1965, foram classificados como espécie de caça grossa, segundo o CPW, que em caso de se depararem com um leão-da-montanha, recomenda às pessoas para fazerem barulho, segurem objetos acima da cabeça para parecerem maiores e se afastem lentamente.Estes animais alimentam-se normalmente de veados e alces e vivem em zonas de vegetação baixa e bosques em baixas altitudes.