Homem baleado em ataque contra Trump morre dois anos depois devido a complicações causadas pelos ferimentos
David Maxwell/EPA

Homem baleado em ataque contra Trump morre dois anos depois devido a complicações causadas pelos ferimentos

Jim Copenhaver morreu, aos 76 anos, dois anos depois de ter levado dois tiros durante o ataque contra Trump, em julho de 2024. Tinha bala ainda alojada no corpo, junto à coluna vertebral.
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Uma das três pessoas baleadas durante um comício de campanha do então candidato Donald Trump em 2024, em Butler, no estado norte-americano da Pensilvânia, morreu esta quarta-feira, 23 de setembro, devido a complicações causadas pelos ferimentos. Jim Copenhaver morreu, aos 76 anos, num hospital em Pittsburgh, também na Pensilvânia.

Numa publicação na plataforma Truth Social, Trump descreveu o apoiante como um “verdadeiro patriota americano”.

Jim Copenhaver
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“Há mais de dois anos, em Butler, Pensilvânia, um atirador enlouquecido tentou sufocar o nosso Movimento América em Primeiro Lugar.  Em vez disso, Jim e tantos outros patriotas maravilhosos que amam o nosso país, uniram-se em defesa dos nossos valores partilhados de Liberdade e Justiça”, disse Trump.

Os republicanos da Câmara dos Representantes dos EUA também prestaram homenagem a Copenhaver esta sexta-feira, através das redes sociais, elogiando a "força e perseverança" com que "suportou dificuldades inimagináveis".

Copenhaver levou dois tiros, um no braço e outro no abdómen, durante o ataque contra Trump, em julho de 2024. Outros dois apoiantes, Corey Comperatore e David Dutch, também foram atingidos. Comperatore morreu ainda no local, enquanto Dutch sobreviveu.

Na ocasião, Trump chegou a levar um tiro de raspão na orelha, mas não sofreu ferimentos graves.

O atirador, Thomas Crooks, de 20 anos, foi morto pelos Serviços Secretos pouco após os disparos.

Numa entrevista à CBS um ano após o comício, Copenhaver e Dutch disseram que contraíram infeções e tiveram de ser submetidos a cirurgias devido aos ferimentos.

No caso de Copenhaver, o apoiante de Trump explicou que a bala ainda estava alojada no seu corpo, junto à coluna vertebral, o que lhe limitava os movimentos e o fazia depender da ajuda de uma bengala para andar.

Ambos processaram o governo federal por danos em junho, argumentando que o Serviço Secreto não garantiu a sua segurança e, portanto, era responsável pelos seus ferimentos.

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