O papa Leão XIV já estava a bordo do avião da Iberia que se preparava para fazer a ligação entre Tenerife e Roma, no final da sua viagem de sete dias a Espanha, quando foi detetado um "problema técnico" que obrigou o líder da Igreja Católica a voltar a descer do aparelho.As portas já estavam fechadas, mas foram reabertas e as escadas voltaram a aproximar-se do avião, permitindo que o rei Felipe VI de Espanha subisse a bordo, descendo depois com Leão XIV. Depois, e uma vez que o problema não tinha rápida solução, o rei ofereceu o seu Falcon para o papa poder regressar a Roma, com o resto da comitiva a ter que esperar por um outro avião.O Falcon descolou às 18h10 do aeroporto de Tenerife Norte. .A bordo do avião da Iberia, mesmo depois de o papa sair, continuaram os jornalistas que o acompanhavam na viagem, sendo informados inicialmente que iriam tentar colocar o avião contra o vento "para tentar meter o motor de novo em funcionamento", já que a falha podia ser por causa do vento. Mas a medida não resultou, com os restantes passageiros a terem que baixar também do avião. Um segundo avião seguiu de Madrid para permitir que a viagem ainda se realize esta sexta-feira (12 de junho). A descolagem já estava com mais de uma hora de atraso, depois de a agenda do papa se ter alargado na ilha para lá do previsto.O rei tinha estado presente para a despedida oficial do papa.Mais cedo, no final da missa, Leão XIV tinha dito que regressava a Roma "comovido pelo grande afeto" com que a sociedade espanhola o acolheu..Leão XIV pede aos migrantes que se integrem, aprendam a língua e respeitem as leis dos países de acolhimento.Leão XIV critica a “desqualificação” política e a exclusão dos migrantes