Premium Leonor Freitas: "Nunca houve despedimentos na Casa Ermelinda, seria um dos meus maiores desgostos"

Ligada aos canais de informação, quase tanto como à herdade e à adega da Casa Ermelinda Freitas, Leonor, a bisneta da fundadora, passa os dias em casa a acompanhar o que se passa em Portugal e no mundo. A prioridade é a saúde, tratarão dos prejuízos do negócio quando tudo acabar.

Tem ido a Águas de Moura, em Palmela, onde fica a adega?
Não, quem está a assumir toda a gestão da adega é a minha filha, a Joana. Devido a alguns problemas de saúde e à minha idade [67 anos], tenho estado com cuidados redobrados. Também porque achamos que não é bom que estejam duas pessoas da gestão no local de trabalho. A minha filha tem 34 anos, é mais resistente, e eu sou hipertensa.

Significa que está afastada da gestão?
Não, vou gerindo de casa, também estou em teletrabalho, a minha filha é que está lá a tempo inteiro, assim, vamo-nos salvaguardando um pouco. Estou muito ocupada a estabelecer contactos, saber como é que vão sair as novas linhas, contactar com o enólogo, com a minha filha, com os colaboradores, quero continuar presente. Tudo isto numa luta enorme para arranjar desinfetante, máscaras, para podermos ter os bens essenciais para proteger a saúde das pessoas.

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