Premium E quando um maçom muda de sexo? Maçonaria discute abertura a mulheres

O Grande Oriente Lusitano está a entrar em ano de revisão constitucional interna. Maçons de Guimarães propõem uma pequena revolução interna: a abertura da organização a mulheres.

O que fazer quando um membro do Grande Oriente Lusitano - GOL, a mais antiga e influente obediência maçónica em Portugal - decide mudar de sexo? A situação já se colocou pelo menos uma vez na história da organização - em 2010, com um enfermeiro de um clube desportivo da Figueira da Foz - e a discussão foi intensa. Porquê? Porque o GOL só admite homens.

Nesse ano, quando o enfermeiro Emanuel passou a enfermeira Ema, o consenso interno no GOL levou o transexual a ter de deixar a organização ("atestado de quite", assim se diz na gíria interna). E, na prática, desde então, essa discussão - deve a obediência manter-se exclusivamente masculina ou pode tornar-se mista, admitindo homens e mulheres - não descolou.

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