Premium Agrícola, sexual, digital: nem todas as revoluções são políticas

O 25 de Abril de 1974 trouxe a democracia e o 5 de outubro de 1910, a República. Mas, em Portugal como no resto do mundo, nem sempre as revoluções mais profundas têm datas de início e fim. Algumas chegam a manter-se impercetíveis durante anos.

Nem todas as grandes revoluções da história se fizeram com armas, adornadas ou não por cravos. Os processos mais transformadores da vida humana, com real impacto no quotidiano de milhões de pessoas, raramente nasceram da visão estratégica de um militar ou da vontade política de alguém, mas, sim, do engenho para resolver um problema ou responder a um desafio. Iniciaram-se com uma semente lançada à terra, um chip ou um comprimido. Mas por causa deles o mundo não voltaria a ser o mesmo.

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