Premium O cinema americano vai apostar tudo nos musicais

A moda dos musicais deverá pegar a sério nas salas de cinema mais para o fim do ano. West Side Story, de Spielberg, é o prato forte desta tendência, mas a temporada também tem prevista as biografias de David Bowie e Aretha Franklin.

Serão os musicais a esperança e reconforto que Hollywood tem para oferecer após a reabertura das salas? Olhando para as previsões de calendário no inverno parece que sim. Os estúdios americanos continuam a acreditar em mais milagres como os de La La Land, de Damien Chazelle, e Assim Nasce uma Estrela, de Bradley Cooper e a rezar que não surjam mais desastres como o de Cats, de Tom Hooper.

Steven Spielberg e o seu West Side Story parece ser a grande atração desta tendência, mas há mais pesos-pesados. O escapismo do próprio género do musical parece poder ser perfeito para um regresso às salas quase em sintonia com o nosso desejo de fuga ou de utopia de dançar e cantar no grande ecrã. Mas estamos em 2020 e não é nada má ideia haver uma reflexão sobre as possibilidades do formato no atual contexto de Hollywood. Haverá sempre um antes e depois de La La Land mas também é impossível não colocar em cima da mesa os reflexos do impacto de filmes como Bohemian Rhapsody, de Bryan Singer ou de Rocketman, de Dexter Fletcher, biografias musicais que vão deixar sementes.

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