Premium Como é trabalhar com Marcelo? "Ui, um frenesim..."

Passam hoje três anos da eleição presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa. O DN foi tentar perceber como é trabalhar com o PR. A velocidade presidencial já fez baixas em Belém. E os seguranças tiveram de aprender a ser nadadores-salvadores.

"O objetivo é, ao fim de dois anos e meio de mandato, ter metade da equipa hospitalizada!" A piada foi dita pelo próprio Marcelo Rebelo de Sousa em junho de 2017, na ilha Terceira, quando, em passo acelerado, percorria um trilho sinuoso do topo do monte Brasil até à Baixa de Angra do Heroísmo. Falava com o presidente do governo regional, Vasco Cordeiro, sobre como se diverte a desgastar até à exaustão não só os jornalistas que o acompanham como, também, o seu próprio staff. Riram-se muito os dois.

Hoje passam três anos da sua eleição presidencial. O objetivo de hospitalizar metade da sua equipa em dois anos e meio não foi cumprido. Mas ocorreram baixas pelo caminho, precisamente devido ao facto de Marcelo ser, garantidamente, o Presidente mais veloz de sempre a ocupar o Palácio de Belém. Um membro da sua equipa sintetiza o que é trabalhar com Marcelo: "Ui, um frenesim..."

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