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Até quando deve acreditar-se no Pai Natal?

Povoa o imaginário de miúdos e as recordações de graúdos. O Pai Natal aparece uma vez por ano e contribui para o desenvolvimento das crianças, dizem os especialistas. "Ainda acredito e tenho 63 anos", afirma o pediatra Mário Cordeiro. Mas atenção: há que fugir do consumismo.

"Ele entra pela porta da minha casinha e dá-me presentes. Já escrevi a carta. Pedi seis ou sete coisas. Não fico chateada se ele não me der tudo o que pedi porque fico sempre contente que venha à minha casa. Eu abraço-o muito. É o que eu mais gosto, abraçá-lo. O Pai Natal é bom." O relato é de Noa Pradas e ela sabe bem o que diz. Tem 5 anos e um entusiasmo na voz que não deixa dúvidas. Aquele "barrigudo" de "barba branca", como diz, é mesmo o máximo.

E a magia que esta menina vive, sente e partilha com o DN contagia também os graúdos que guardam na memória momentos de natais passados. "Todos os anos a minha mãe dizia-nos, a mim e aos meus irmãos: 'Esperem um bocadinho que vou mexer o arroz.' Até que num belo ano combinámos seguir a minha mãe até à cozinha e foi quando descobrimos o que não queríamos descobrir. Era ela quem punha as prendas ao pé da chaminé da cozinha", conta Isabel Branco, de 51 anos.

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Betinho

"NBA? Havia campos que tinham baldes para os jogadores vomitarem"

Nasceu em Cabo Verde (a 2 de maio de 1985), país que deixou aos 16 anos para jogar basquetebol no Barreirense. O talento levou-o até bem perto da NBA, mas foi em Espanha, Andorra e Itália que fez carreira antes de regressar ao Benfica para "festejar no fim". Internacional português desde os Sub-20, disse adeus há seleção há apenas uns meses, para se concentrar na carreira. Tem 34 anos e quer jogar mais três ou quatro ao mais alto nível.