Premium "Fiquei desapontado quando o meu partido me colocou em sétimo na lista"

O diretor da Universidade de Verão do PSD, que arrancou esta segunda-feira, revela que vai manter-se ligado a Bruxelas. Aceitou o convite para lançar e dirigir o Observatório de Schengen e vai ajudar a fundar uma associação em Lisboa para levar a Europa às escolas.

O ex-eurodeputado social-democrata continua a querer apostar na formação de jovens quadros ao dirigir a Universidade de Verão do PSD, que começa na segunda-feira em Castelo de Vide. Carlos Coelho frisa que o PSD precisa de "clareza" nas propostas para ter um bom resultado eleitoral. Mas está preocupado.

Apesar de não ter sido eleito eurodeputado continua a dirigir a Universidade de Verão (UV) do PSD. O que tem de especial esta iniciativa para continuar ligado a ela?
A UV começou em 2003 e significa um investimento sério na formação política de jovens quadros. Se achamos, e muitas vezes com razão, que a política precisa de mais rigor e de mais qualidade, temos de oferecer aos jovens que estão dispostos a ter intervenção cívica a oportunidade de se prepararem para isso. A política não é um hobby, um dirigente político tem de perceber um bocadinho de economia, de ciência política, de ambiente, de comunicação. Tem de ter uma valência multidisciplinar e capacidade de trabalhar em grupo, de se expressar, de convencer, de escrever, e a Universidade de Verão é uma semana intensiva em que jovens quadros que o desejam têm oportunidade de desenvolver estas capacidades.

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