Premium O conto de fadas mais ousado de Hollywood faz 30 anos

Foi há exatamente três décadas que se deu a conhecer aquele que seria um dos maiores sucessos da comédia romântica americana, com uma premissa nada comum para o género. Pretty Woman permanece icónico, mesmo na era #MeToo.

Quando se evoca Pretty Woman - Um Sonho de Mulher, há pelo menos dois lugares-comuns que nos assaltam: o famoso refrão da música homónima de Roy Orbison e as letras garrafais a cor-de-rosa-forte do título no cartaz em que se vê Julia Roberts, de minissaia e botas pretas de cano alto até ao joelho, a puxar a gravata de Richard Gere.

Uma referência sonora e outra visual que dizem muito sobre a volta que o realizador Garry Marshall (1934-2016) deu ao tom original desta história sobre uma prostituta que faz um acordo lucrativo com um empresário, sendo sua acompanhante em eventos durante uma semana. Entenda-se: não era nem para ser um conto de fadas nem para despertar um sentimento de leveza como aquele que se experimenta ao escutar o "Pretty woman, walking down the street...".

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