Premium Manuel Alegre: "Amália e Camões foram feitos um para o outro"

No dia do centenário do nascimento de Amália, o poeta Manuel Alegre evoca as suas memórias da fadista e dedica-lhe um livro com os seus poemas que ela cantou e vários apontamentos biográficos.

Há mais de meio século, Manuel Alegre foi surpreendido com uma carta de Alain Oulman a pedir autorização para musicar um poema seu para Amália cantar. O poeta estava no exílio em Argel e não esperava um gesto destes para que um seu primeiro poema, Trova do vento que passa, fosse interpretado pela fadista. Uma voz que conhecia bem dos tempos de estudante em Coimbra e do próprio exílio, pois eram dela alguns dos discos que ouvia distante do país.

Publica agora um livro com as memórias sobre Amália e com os poemas que foram cantados pela fadista, como Meu amor é marinheiro, Abril e As Facas, além de vários - alguns inéditos - em que a palavra fado e Amália existem. Um livro com pouca dezenas de páginas, mas de perfeita oportunidade nas comemorações do centenário do nascimento da fadista.

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