Premium Borba. Última vistoria à pedreira foi feita em 2016

A Direção-Geral da Energia e Geologia diz que a última vez que autoridades do Estado foram à pedreira onde aconteceu a derrocada da estrada EN255 foi há dois anos. Duas pessoas morreram e três continuam desaparecidas.

Durante os últimos anos, foram realizadas "diversas vistorias" à pedreira onde ocorreu o deslizamento de terra que nesta segunda-feira fez ruir parte da antiga EN255, que liga Borba a Vila Viçosa, e do qual resultaram dois mortos e três desaparecidos. A última destas fiscalizações, diz o Ministério do Ambiente e de Transição Energética, foi feita em 2016. Em respostas enviadas por escrito ao DN, o ministério não fornece, no entanto, as conclusões dessa vistoria da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o organismo público que tutela o licenciamento das pedreiras.

"Além da DGEG participam nestas vistorias elementos da ACT [Autoridade para as Condições de Trabalho], CCDR [Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional], ARH [hoje Agência Portuguesa do Ambiente] e Câmara Municipal de Borba", diz. O ministério refere a realização de "reuniões ocorridas com os exploradores e respetivos responsáveis técnicos das pedreiras n.º 5145 e 5201 ("Olival Grande São Sebastião", que está ativa e "Carrascal JS", que está em "suspensão de lavra").

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