Premium Clã: "Parecemos figurantes de um filme de ficção científica"

Chama-se Véspera e é editado nesta sexta-feira o novo trabalho dos Clã. O novo single, Armário, com letra de Capicua, já roda nas rádios e dificilmente seria mais adequado à estranha realidade destes dias.

"Eu já nem saio à rua com medo da desgraça", ouve-se Manuela Azevedo cantar, mais ou menos meio de Armário, mais uma canção de avanço de Véspera, o novo disco dos Clã, pondo fim a um longo hiato de seis anos, pelo menos no que aos álbuns de originais diz respeito. "Eu sinto falta de ar, preciso sair, eu tenho falta de ar, eu quero sair, não dá p'ra respirar, eu quero sair", termina por dizer, já com o desespero na voz, a vocalista da banda portuense, que confessa nunca ter imaginado como a letra escrita por Capicua há pouco mais de um ano, se viria tornar tão "ilustrativa da realidade".

A rapper é uma das duas novas letristas convidadas pela banda portuense, tal como Aurora Robalinho, uma amiga pessoal do casal composto por Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves, o núcleo criativo dos Clã, que voltaram a convidar nomes como Sérgio Godinho, Samuel Úria, Arnaldo Antunes, Carlos Tê ou Regina Guimarães para escreverem as restantes letras de um disco "simples e direto", como ambos o caracterizam nesta entrevista conjunta ao DN.

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