Premium Jihadistas e famílias. Regresso a Portugal avaliado por coordenadora da Segurança Interna

Pelo menos cinco mulheres de jihadistas de origem portuguesa, mortos em combate, estão a aguardar autorização e apoio para vir para Portugal. Têm cerca de uma dezena de filhos e estão num campo de refugiados na Síria

O eventual regresso a Portugal de jihadistas ou das suas famílias (mulheres e crianças) "é uma situação complexa, deve ser tratada com reserva e está a ser acompanhada e avaliada", revela a secretária-geral do Sistema de Segurança Interna (SSI), Helena Fazenda.

Questionada pelo DN na sequência das recentes declarações do presidente norte-americano e da reação do Ministro dos Negócios Estrangeiros português, a procuradora que coordena as polícias e os serviços de informações sublinha que a avaliação que está a ser feita "por diversas entidades e serviços" tem em conta a "ameaça" em termos de segurança que pode representar cada um dos indivíduos em causa, e "outras variáveis".

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