Premium O derrube do avião russo, o cerco a Idlib e o acordo entre Putin e Erdogan

A Rússia de Vladimir Putin deu sinais de algum desnorte na sequência do avião abatido pela Síria. Mas também deu um sinal de compromisso com a Turquia, ao suspender uma intervenção que se adivinhava catastrófica em perdas humanas.

Um avião de reconhecimento russo Ilyushin IL-20 foi abatido na segunda-feira à noite com 15 militares a bordo. Não houve sobreviventes. Durante umas horas, Israel e França foram implicados no caso. A crise diplomática acabou por resolver-se quando se soube quem foi o responsável.

O aparelho foi "abatido por um sistema de mísseis S-200 [de fabrico russo] do Exército sírio", reconheceu na terça-feira o Ministério da Defesa russo. As forças sírias dispararam com o intuito de intercetar mísseis israelitas quando quatro caças F-16 da aviação israelita atacavam depósitos de munições na província de Latáquia.

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