Premium Paulo Branco: "O confinamento deu-me tempo de reflexão para inventar novos desafios" 

Com máscara e gel desinfetante, o cinema volta à sala escura. Paulo Branco conversou com o DN sobre como vai acontecer esta reabertura e, poucos dias depois de fazer 70 anos, o que o continua a mover.

Paulo Branco virou uma nova década no início do mês mas mantém-se o mais ativo dos produtores independentes e um distribuidor/exibidor entusiasmado com a ideia de dar a conhecer aos espectadores filmes inesperados ou fazer redescobrir obras esquecidas. Branco acaba de reabrir as suas salas de cinema, entre elas, o Nimas, em Lisboa, e aposta tudo numa programação fora da rotina. Por sua vez, a plataforma de streaming Filmin homenageia-o disponibilizando por estes dias uma série de títulos por ele produzidos.

Com 70 anos feitos há poucos dias, como é que está a energia e estímulo de um produtor, por esta altura, com mais de duas centenas de filmes no currículo?
O estímulo do produtor tem pouco a ver com a idade. Interessa-me tentar ainda encontrar neste meio projetos e pessoas com quem me apeteça trabalhar, que representem um desafio para mim próprio no papel que tenho em fazer existir esses projetos. Sobretudo novas vozes, cineastas que estão a começar. Não quero simplesmente somar produções, mas sim escapar aos ritmos cada vez mais formatados dentro da produção cinematográfica.

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