Exclusivo Um ano depois do incêndio, a Catedral de Notre-Dame volta a estar ameaçada

Esta quarta-feira passa um ano sobre o incêndio que destruiu Notre-Dame. A remoção do enorme andaime de metal que foi destruído pelo fogo deveria ter começado, finalmente, a 23 de março. Mas, por causa da quarentena, as obras da catedral de Paris estão paradas.

"O mundo está 'paralisado por uma pandemia que está a espalhar morte' mas "ainda há vida aqui", afirmou Michel Aupetit, arcebispo de Paris, na Sexta-Feira Santa, quando celebrava uma missa na Catedral de Notre-Dame. Não foi a primeira missa realizada naquele local depois do incêndio que, a 15 de abril de 2019, destruiu parte da catedral, em França. Mas foi sem dúvida uma das mais simbólicas por se incluir nas celebrações da Páscoa e por acontecer quase um ano depois da tragédia.

"Senhor, estamos aqui nesta catedral que há um ano se incendiou e colapsou parcialmente, causando um choque global", disse o arcebispo durante a missa que foi transmitida pela estação televisiva católica francesa KTO-TV. Nos bancos não se sentaram fiéis. Apenas ali estava uma dúzia de pessoas, entre sacerdotes, músicos e operadores de câmara, todos equipados com fatos de proteção, capacetes e máscaras, não só devido ao novo coronavírus mas também por causa do chumbo tóxico do telhado, derretido devido ao fogo, e que ainda contamina o local.

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