Premium Quem se lembra de Judy Garland? Renée Zellweger e talvez o Óscar

A lendária intérpete de O Feiticeiro de Oz reaparece no cinema através de uma notável interpretação de Renée Zellweger: Judy é um filme sobre as convulsões de bastidores na idade de ouro de Hollywood.

Como vão as nossas memórias cinéfilas? Relanço esta pergunta a propósito da estreia do filme Judy, realizado por Rupert Goold, evocando Judy Garland (1922-1969), não apenas uma atriz de raro e luminoso talento mas também um nome mítico da história e do imaginário de Hollywood que, com o passar das décadas, adquiriu o estatuto de símbolo universal do próprio Cinema (com maiúscula, porque não?).

Pois bem, mesmo não duvidando da perspicácia e inteligência dos espectadores (em particular das gerações mais jovens), a pergunta não pode deixar de envolver uma dúvida cultural. Porquê cultural? Precisamente porque a vitalidade de uma cultura (cinematográfica, neste caso) passa sempre pela agilidade das suas memórias, ou melhor, pela capacidade de nos fazer sentir que a configuração do nosso presente envolve, entre muitos outros fatores, a maior ou menor riqueza da nossa relação com o passado.

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Eram jovens, alguns quase adultos, outros mais adolescentes, deixaram a Catalunha em estado de sítio. Segundo a polícia, atuaram organizadamente e estavam bem treinados. José Manuel Anes, especialista português em segurança e criminalidade, acredita que pertenciam aos grupos anarquistas que têm como causa "a destruição e o caos" e não a luta independentista.