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Aeroporto do Montijo. Comércio espera mais negócio, população quer ver para crer

Barcos de hora a hora, às vezes mais. Só às horas de ponta a espera diminui. Autocarros nem sempre ajustados aos horários do barco. Queixas são de Maria Freire da Flor do Cais, no Montijo, confiante que o novo aeroporto aumente a clientela. Acordo para o início das obras é assinado nesta terça-feira.

"Estamos a contar que o negócio melhore bastante. A loja [no cais do Seixalinho, de onde parte o catamarã para o Cais do Sodré] está um bocadinho afastada do Montijo e, com o novo aeroporto, espero que isto comece a ter mais gente." A expectativa é expressa por Maria Freire, 40 anos, funcionária da Flor do Cais, comércio de flores e plantas e que na vitrina ostenta o slogan: "Montijo, a capital da Flor". "É verdade, é a capital da flor por causa das estufas, a Madeira tem muitas flores mas não tem produção. A nossa empresa é a Florineve - Produção e Comercialização de Flores - e fornece três floristas no Funchal, todas as semanas mandamos flores para lá", explica a mulher. A empresa para a qual trabalha funciona há 25 anos e é apenas uma entre muitas que partilham a ideia de que o novo aeroporto poderá trazer mais negócio para quem opera nesta cidade da margem sul do Tejo.

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