Premium Tiago Brandão Rodrigues: "As provas de aferição não contribuem para rotular, seja alunos ou escolas"

A propósito do arranque, nesta quinta-feira, das provas de aferição dos 5.º e 8.º anos, ministro respondeu a questões do DN sobre o impacto da reintrodução destes testes e o fim das provas finais dos 4.º e 6.º anos.

Foi uma das primeiras medidas desta legislatura em matéria de Educação. Logo após a tomada de posse do atual governo, o Parlamento aprovou o fim das provas finais dos 4.º e 6.º anos, um legado de Nuno Crato, e o governo reintroduziu as provas de aferição - que não contam para a nota -, alargando-as a mais anos de escolaridade e a disciplinas como a Educação Física e a Educação Visual. Com os alunos dos 5.º e 8.º anos a começar nesta quinta-feira as aferições do presente ano letivo (os do 2.º ano realizaram-nas em maio), o ministro Tiago Brandão Rodrigues faz ao DN um balanço desta medida, que considera ter sido "claramente" benéfica para as escolas e para os estudantes, por permitir recolher informação "mais rica" sobre as forças e as fragilidades do sistema sem "rotular" os alunos.

Que balanço faz da aplicação das provas de aferição ao longo desta legislatura?

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