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Educação

Currículos ainda mais flexíveis nas escolas a partir desta semana. O que vai mudar?

Desde anos letivos divididos em semestres à criação de novas disciplinas, (quase) tudo é possível a partir deste ano. A portaria que prevê o alargamento da flexibilidade curricular acima dos 25% entrou em vigor no primeiro dia deste mês.

As salas de aulas vão mudar (ainda mais) já neste ano letivo. Pelo menos é o resultado esperado com a portaria do Ministério da Educação que entrou em vigor no domingo e contempla o alargamento da flexibilidade curricular das escolas a mais de 25%. Durante o mês de julho, todas as escolas do país podiam concorrer com planos de inovação. Umas optam apenas por transformar períodos em semestres escolares, outras preferem ir mais longe. Fomos saber o que vai mudar para alunos e professores.

É com entusiasmo que Ana Cláudia Cohen, professora e diretora do Agrupamento de Escolas de Alcanena, fala dos resultados que a iniciativa gerou nos estudantes e no corpo docente desde que era apenas uma experiência. Começou como Projeto-Piloto de Inovação Pedagógica (PPIP), no ano letivo 2017-2018, do qual fizeram parte 225 estabelecimentos de ensino. "Fez-nos olhar para dentro da sala de aula", explica ao DN.

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De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.