A teoria da conspiração de Marat Safin sobre o coronavírus, que mete Bill Gates ao barulho

Antigo número um mundial de ténis acredita que o vírus foi fabricado com a intenção de vacinar as pessoas... através de chips.

O carismático e sempre polémico antigo número 1 mundial de ténis, Marat Safin, tem uma teoria sobre o pandemia do coronavírus que já matou mais de 160 mil e infetou 2, 3 milhões de pessoas a nível mundial: resulta de uma conspiração mundial, que tem o objetivo de promover a vacina em chip.

E Bill Gates sabia de tudo. "Em 2015, Bill Gates comentou que num futuro próximo teríamos uma dura pandemia. Que nosso próximo inimigo seria um vírus e não uma guerra nuclear. Considero Gates um rapaz inteligente, mas não creio que seja uma pessoa que adivinhe o futuro. Simplesmente sabia que tudo isso ocorreria", defendeu o antigo tenistas ao jornal russo Sports.ru.

De facto já não é a primeira vez que o multimilionário da tecnologia é colocado no centro da questão do coronavírus. Segundo Toni Nadal, o tio e treinador de Nadal, Bill Gates avisou o tenista espanhol sobre a pandemia: "Já era sabido que cedo ou tarde isso iria acontecer. Quando Rafa [Nadal] esteve em fevereiro para o jogo exibição contra Roger Federer na África, ele falou com Bill Gates e lhe disse que o que estava acontecendo na China ia se complicar muito. Ele disse ao meu sobrinho que não sabia se poderíamos viajar a partir de março. Ele já sabia com base nos seus conhecimentos do tema e por seus contactos como a situação se complicaria."

Segundo a teoria de Safin, o objetivo é implementar a vacinação por chip: "Tudo está destinado para que as pessoas sejam vacinadas com micro-chips. Está tudo escrito na internet e creio nesses momentos que isso ocorrerá. Não creio que a civilização seja exterminada, mas creio que em breve nos colocarão chips para nos controlar e saber onde estamos. Creio que há gente mais poderosa que os próprios líderes mundiais."

Sim, na opinião do russo, há uma espécie de governo sombra a nível mundial que condiciona e até manieta os principais líderes mundiais, como Trump, Putin ou Merkerl através do dinheiro.

Conhecido pelas ideias polémicas e pouco ortodoxas, Marat Safin chegou a liderar a tabela mundial do ténis em 2000. Conhecido com bad boy do circuito ATP, o russo comemorava as vitórias com vodka e não escondia que fazia noitadas, mesmo antes dos jogos.

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