Paulinho pode jogar o clássico. Tribunal aceitou providência cautelar que suspende castigo

Jogador foi expulso no jogo do Sporting com o FC Porto, na final da Taça da Liga, ganha pelos dragões.
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O juiz presidente do Tribunal Centro Administrativo Sul (TCAS) aceitou a providência cautelar que suspende o castigo a Paulinho, segundo soube o DN. O avançado do Sporting pode assim ser opção para o clássico da 20.ª jornada da I Liga, domingo frente ao FC Porto (18.00).

Perante a impossibilidade do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) formar um colégio arbitral em tempo útil para decidir sobre o recurso submetido, o juiz Pedro Marchão Marques deferiu o pedido do jogador leonino, que suspende o castigo.

O Sporting recorreu aos tribunais para contar com o avançado depois de rejeitado o recurso ao castigo por parte do Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Primeiro para o TAD: Paulinho nomeou um juiz e a Federação (que tutela o CD) tinha de nomear outro, mas não houve consenso quanto ao terceiro elemento. E como não foi possível chegar a uma decisão sobre o coletivo, o caso seguiu para o TCAS.

Esta já não é a primeira vez que os leões recorrem ao TCAS. O caso mais mediático foi o de João Palhinha, que acabou por ir a jogo frente ao Benfica, com cinco cartões amarelos na Liga (as regras dizem que um jogador cumpre um jogo de castigo quando chega aos 5 cartões), depois do tribunal aceitar a providência cautelar leonina a 24 horas de um dérbi.

Paulinho foi castigado com três jogos, na sequência da expulsão da final da Taça da Liga, um pelo cartão vermelho e dois pelas declarações contra a equipa da arbitragem liderada por João Pinheiro. Segundo o relatório do juiz, o sportinguista "dirigiu-se ao quarto árbitro com o dedo em riste" e a gritar: "Corruptos, corruptos, vocês são uns corruptos."

Agora é Paulinho que recebe luz verde para jogar o clássico, depois de ter falhado o jogo com o Sp. Braga (vitória, por 5-0) e o Rio Ave (vitória, por 1-0)

(em atualização)

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