O ciclista português Francisco Guerreiro foi suspenso por quatro anos na sequência de um controlo antidoping positivo realizado durante o Grande Prémio Douro Internacional de 2024, segundo a atualização mais recente do quadro de sanções disciplinares divulgada pela Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP). O controlo ocorreu em competição, após a vitória do corredor na quarta e última etapa da prova, resultado que viria a desencadear o processo disciplinar.À data dos factos, o atleta, então com 25 anos, representava a equipa GI Group Holding-Simoldes-UDO e encontrava-se em evidência no panorama do ciclismo nacional. Na mesma temporada, Guerreiro tinha conquistado o prémio da montanha na Volta ao Alentejo, uma das principais competições do calendário português, reforçando o estatuto de corredor competitivo nas provas por etapas do circuito nacional.De acordo com a informação oficial constante do registo disciplinar da ADoP, o ciclista encontrava-se suspenso preventivamente desde 2024, período que foi entretanto contabilizado para o cumprimento da sanção agora aplicada. No total, já cumpriu 462 dias de suspensão, estando o termo do castigo fixado em 29 de dezembro de 2028, salvo eventual alteração resultante de recurso ou revisão do processo.A suspensão de quatro anos corresponde à moldura sancionatória habitual prevista pelos regulamentos antidopagem em casos de infração cometida em contexto competitivo, quando confirmada a presença de substâncias proibidas ou métodos interditos pelas normas em vigor. Estas sanções implicam a impossibilidade de participação em competições oficiais, nacionais ou internacionais, organizadas sob tutela de federações filiadas nas estruturas antidopagem reconhecidas.O caso de Francisco Guerreiro insere-se no conjunto de decisões disciplinares tornadas públicas periodicamente pela ADoP, entidade responsável pela implementação e fiscalização das regras antidopagem em Portugal, em articulação com a Agência Mundial Antidopagem (AMA). A divulgação destas sanções integra o regime de transparência previsto na legislação, permitindo o acompanhamento público dos processos concluídos no âmbito do combate ao doping no desporto.Com esta decisão, o corredor português permanece afastado da competição até ao final de 2028, interrompendo assim a progressão que vinha registando no pelotão nacional antes do controlo positivo verificado no Grande Prémio Douro Internacional de 2024..Penas efetivas de prisão para Adriano Quintanilha e Nuno Ribeiro no esquema de doping da W52-FC Porto.Doping. Canoísta Francisca Laia suspensa por quatro anos