Ruy de Carvalho recupera "a olhos vistos" de ligeiro AVC, diz família. Ator deixa mensagem de Ano Novo
"Continua a recuperar a olhos vistos", afirma a família de Ruy de Carvalho que voltou a atualizar o estado de saúde do ator, de 98 anos, internado desde sexta-feira (26 de dezembro) na sequência de um ligeiro acidente vascular cerebral (AVC).
Ruy de Carvalho continua sob vigilância médica e a sua "disposição" está "cada vez melhor", informa a família no mais recente comunicado, divulgado nas redes sociais.
É referido que o veterano ator esteve a ouvir música clássica e "até já esteve bastante tempo sentado", tendo mantido contacto com familiares e amigos por videochamada. "Faz questão de vos dizer que está profundamente agradecido por todo o carinho recebido", lê-se na nota.
Na mensagem evoca ainda uma canção associada ao ator francês Jean Gabin. "Nos seus quase 99 anos pediu para vos lembrar que estamos na vida, como diz Jean Gabin, sempre a aprender e que não vamos ser sempre jovens, mas que mesmo assim podemos ser felizes".
Através da família, o ator aproveita também para deixar uma mensagem de Ano Novo: "Sejam muito felizes e que 2026 vos traga muita paz, saúde e amor".
No último fim de semana, Paula Carvalho, filha do ator disse à Lusa que o pai estava internado desde sexta-feira por não se ter sentido muito bem. "Após a realização de exames, os médicos detetaram que sofrera um ligeiro AVC, encontrando-se em franca recuperação e em situação estável, mas mantendo-se internado sob observação, uma vez que está a três meses de fazer 99 anos”, afirmou, no domingo, Paula Carvalho, referindo que o pai é o ator mais velho em atividade em todo o mundo.
A filha do ator não precisou a localidade nem o estabelecimento hospitalar onde o pai se encontrado internado por motivos de “preservação da intimidade”, acrescentando que “todas e quaisquer informações sobre o estado de saúde" será ela a fornecê-las.
O internamento do ator obrigou ao cancelamento dos espetáculos da peça que protagoniza no Centro Cultural Malaposta, em Olival Basto (Odivelas), “A ratoeira”.

