Mansoureh vive exilada em França desde 2011, depois de fugir do Irão com o marido uns anos antes. Mas acompanha com preocupação a situação no seu país natal.
Cultura
Em ‘As Linhas que Traçam o Meu Corpo’, Mansoureh volta à juventude em Teerão para libertar “o corpo e a mente”
Antes da vinda a Portugal para participar no Amadora BD, a desenhadora iraniana falou com o DN por Zoom a partir de Paris, onde vive exilada desde 2011. Uma conversa em torno do seu álbum de estreia, As Linhas que Traçam o meu Corpo. Mas também sobre a situação atual no Irão e sobre o sonho de um dia voltar ao seu país natal, já liberto dos ayatollahs.

