Novo balanço indica 49 mortos e 219 feridos em ataque no centro da Ucrânia
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Novo balanço indica 49 mortos e 219 feridos em ataque no centro da Ucrânia

Os mísseis atingiram "uma instituição de ensino e uma clínica vizinha" e destruíram parcialmente um edifício do Instituto de Comunicações de Poltava.
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Pelo menos 49 pessoas morreram e 219 ficaram feridas esta terça-feira num ataque de mísseis russos contra a cidade ucraniana de Poltava (centro) e que destruiu parcialmente um instituto militar, segundo um novo balanço anunciado pelas autoridades.

"Quarenta e nove pessoas morreram e 219 ficaram feridas", anunciou o porta-voz do Ministério da Defesa, Dmytro Lazoutkine, na televisão, enquanto o governador regional, Filip Pronine, apresentou o mesmo número, acrescentando que "até 18 pessoas podem estar sob os escombros".

Momentos antes Olena Zelenska, mulher do Presidente ucraniano, tinha referido a morte de pelo menos 47 pessoas e ferimentos em 206.

O "inimigo atingiu uma instituição de ensino e uma clínica. Já sabemos de 47 mortos e 206 feridos", escreveu nas redes sociais Olena Zelenska, referindo-se às vitimas do ataque com dois mísseis balísticos à cidade localizada no centro do país.

Sobre um dos ataques mais mortíferos desde o início da guerra, em fevereiro de 2022, o Presidente da Ucrânia, Volodymir Zelenski, tinha divulgado anteriormente 41 mortos e mais de 180 feridos e a destruição de parte do Instituto de Comunicações de Poltava.

Zelenski ordenou uma investigação completa a todas as circunstâncias deste ataque.

Segundo o Ministério da Defesa ucraniano, os mísseis balísticos aterraram no local de impacto quase imediatamente após o disparo dos alarmes de ataque aéreo, pelo que as pessoas que se encontravam no local não tiveram tempo de se abrigar em caves ou abrigos antiaéreos.

O canal russo de Telegram pró-guerra Rybar indicou que dezenas de militares ucranianos foram mortos no ataque, incluindo "valiosos especialistas em comunicações e guerra eletrónica".

O Ministério da Defesa de Kiev pediu para não haver especulação sobre o ataque.

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