Um espelho no mundo: uma crónica de José Luís Peixoto

No Brasil, chama-se pau de selfie; em inglês, chama-se selfie stick; em Portugal, como acontece tantas vezes nos últimos tempos, usamos a palavra inglesa porque o termo português só serve para atas ou artigos no Diário da República: bastão destinado a autorretratos com telefones móveis. À velocidade vertiginosa dessas «novidades», o dito objeto despertou enormes paixões e, logo a seguir, enormes antipatias. Simbolizou a superficialidade do turismo, simbolizou os objetos baratos que se fabricam na China, simbolizou o egocentrismo, simbolizou as pequenas mentiras das redes sociais. Mas chega o tempo, chega sempre, e vão sendo cada vez menos os sentimentos […]

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