Crónica de viagens: José Luís Peixoto em Tbilisi

Na Catedral Sioni, a todas as horas, há um silêncio grave e há mulheres vestidas de negro a acenderem velas muito finas. A seriedade dessas orações e dessas pequenas chamas ajuda a iluminar as riquezas da igreja. As sombras dissipam-se um pouco sobre os frescos das paredes. Os ícones, de influência bizantina, sabem ouvir quem se aproxima a sussurrar preces. A devoção na Igreja Ortodoxa Georgiana é solene e intensa. De regresso às ruas, tudo é novo. Há um instante de surpresa. A claridade ou os movimentos livres das pessoas fazem renascer o mundo. A capital da Geórgia tem hoje [...]

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