Leonor Freitas - tantas vezes chamada Ermelinda - é o rosto de uma marca centenária, que emprega mais de 100 pessoas e que fatura mais de 40 milhões de euros ao ano, tendo um papel significativo para a economia da região de Setúbal.Foi na sede da Casa Ermelinda Freitas, onde os escritórios convivem com a adega, e paredes-meias com parte das vinhas, que o Dinheiro Vivo/DN foi recebido por um dos mais conhecidos rostos da indústria do vinho. Leonor Freitas mantém a energia e o sorriso que sempre a caracterizaram, e nem o atual contexto a parece desanimar.Nesta entrevista, a empresária fala das estratégias para fazer face a "um dos momentos mais difíceis" de que tem memória, dos investimentos no mercado regional e revela planos de sucessão, ainda que “não haja data definida para que esta aconteça”. A filha Joana já começou a trabalhar ao lado da mãe, que tenta dar-lhe mais latitude - “é muito difícil, admito” - mas ainda não é hora de Leonor pendurar a tesoura da poda, se podemos usar a metáfora..Leonor Freitas: "Vamos a todos os mercados nem que se comece por uma palete".Acordo da UE com a Índia “é pouco relevante” para os vinhos nacionais