Dia Internacional do Yoga junta milhares no jardim da Torre de Belém

Em Portugal o 5.º Dia Internacional do Yoga será assinalado pela Embaixada da Índia, em colaboração com a Confederação Portuguesa do Yoga e o Município de Lisboa, no jardim da Torre de Belém, às 18.30.

Celebra-se amanhã o dia internacional do Yoga. Em Portugal o 5º Dia Internacional do Yoga será assinalado pela Embaixada da Índia, em colaboração com a Confederação Portuguesa do Yoga e o Município de Lisboa, no jardim da Torre de Belém, às 18.30. São esperadas cerca de duas mil pessoas. O evento vai contar com a presença do presidente da Confederação Europeia do Yoga, H.H. Jagat Guru Amrta Súryánanda Mahá Rája, e a embaixadora da Índia em Portugal, Nandini Singla.

Para os mais radicais o Amoreiras 360º Panoramic View, o miradouro situado no topo do centro comercial Amoreiras, abre as portas aos amantes desta modalidade para uma aula especial.

No dia 21 de junho, em alusão ao solstício de verão, realizam-se diversas ações relacionadas com esta atividade física, mental e espiritual com 5000 anos, como sessões de demonstração e aulas ao ar livre por todo o Mundo. É habitual os praticantes reunirem-se para celebrar a data e mostrar um pouco mais sobre esta modalidade.

O yoga é uma modalidade de meditação que o primeiro ministro da Índia, Narendra Modi, defende e recomenda. "O ioga é uma dádiva incalculável da tradição ancestral da Índia. Não tem que ver com exercício, mas com o descobrir o sentido de unidade entre nós, o mundo e a natureza", disse então num discurso para a assembleia-geral da ONU. E assim com o apoio de 177 países, o inicialmente chamado de Dia Mundial do Yoga, passou a ser "Dia Internacional do Yoga" em 2014 por decreto das Nações Unidas.

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Adriano Moreira

Navegantes da fé

Este livro de D. Ximenes Belo intitulado Missionários Transmontanos em Timor-Leste aparece numa época que me tem parecido de outono ocidental, com decadência das estruturas legais organizadas para tornar efetiva a governança do globalismo em face da ocidentalização do globo que os portugueses iniciaram, abrindo a época que os historiadores chamaram de Descobertas e em que os chamados navegantes da fé legaram o imperativo do "mundo único", isto é, sem guerras, e da "terra casa comum dos homens", hoje com expressão na ONU.