Ângelo Rodrigues fez a primeira cirurgia de reconstrução da perna

O ator Ângelo Rodrigues está internado no Hospital Garcia de Orta devido a uma infeção provocada por uma bactéria. Realizou uma cirurgia de reconstrução de parte da perna esquerda e está "em plena recuperação". A segunda e última intervenção está prevista para o início de outubro.

Ângelo Rodrigues foi submetido há uma semana a um intervenção cirúrgica para a reconstrução de parte da perna esquerda e está "em plena recuperação", afirmou esta terça-feira a agência Glam, que representa o ator.

"Uma semana depois da primeira de duas intervenções cirúrgicas de reconstrução de parte da perna esquerda, o ator Ângelo Rodrigues se encontra em plena recuperação", lê-se na nota enviada às redações.

O ator vai ainda submeter-se a uma "segunda e última intervenção", que "está prevista para o início de outubro, seguindo-se fisioterapia já fora da unidade hospitalar", acrescenta ainda a agência, que aproveita para referir que Ângelo Rodrigues "agradece todo o apoio" que tem recebido.

O ator que integra o elenco da série "Golpe de Sorte", da SIC, está internado no Hospital Garcia de Orta desde 26 de agosto devido a uma infeção provocada por uma bactéria, que se disseminou através de uma ferida. Na unidade hospitalar, Ângelo Rodrigues chegou a estar em coma induzido, tendo sido submetido a três intervenções cirúrgicas e a tratamentos numa câmara hiperbárica no hospital das Forças Armadas, em Lisboa.

Apesar de não haver confirmação, são várias as notícias que indicam que a infeção terá sido causada por uma injeção de testosterona, situação que veio chamar a atenção para o uso indevido de esteroides em busca de um corpo definido e musculado.

Na sequência do internamento do ator e das notícias relacionadas com o uso indevido de medicamentos com testosterona, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) emitiu um comunicado em que pede a "intervenção da Polícia Judiciária e outras entidades" em relação ao "eventual desvio de medicamentos utilizados no circuito legal para circuitos paralelos".

"No entanto, podemos afirmar que no ano corrente não existe qualquer reporte de uso ilícito destes medicamentos no circuito legal comunicado ao Infarmed", sublinhou o Infarmed.

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