Leonardo Negrão
Sandro, era o único doente que tinha passado pela tempestade e que no momento da reportagem do DN se encontrava internado. Partiu no domingo.

Uma equipa de paliativos faz a diferença nas tempestades. “Não senti medo, senti conforto”, diz um dos doentes em Alcobaça

Uma médica, uma enfermeira e uma assistente social seguiam na estrada na manhã de 28 de janeiro. O destino era o local de trabalho, a Unidade de Cuidados Paliativos, da ULS da Região de Leiria. Mas o silêncio nas comunicações, após a depressão Kristin, lançou de imediato uma preocupação, os 12 doentes internados em Alcobaça. Quando chegaram, a água entrava nas instalações. E o que se passou a seguir jamais será esquecido.
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