Região de Lisboa com 68% dos óbitos e quase 37% dos casos

Há mais 19 mortes e 564 casos de covid-19 a registar. Número de internados abaixo dos mil, o que não acontecia desde 15 de outubro.

Há mais 19 mortes e 564 casos de covid-19 registados em Portugal nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico deste sábado (13 de março), da Direção-Geral da Saúde (DGS). São mais quatro óbitos e menos 13 casos por comparação com o dia anterior.

No que refere ao número de hospitalizados, mantém-se a tendência de queda: são agora 980, menos 66 que no dia anterior. É a primeira vez, em mais de quatro meses, que o número de internamentos fica abaixo dos mil. A última vez foi a 15 de outubro, quando o país registava 993 hospitalizações.

Nesta altura há 253 doentes internados em cuidados intensivos, menos 13 que os registados no boletim de ontem.

Recuperaram da doença 6489 pessoas. Há, nesta altura, um total de 40 788 casos ativos de covid-19, menos 5944 que os registados no boletim anterior.

Há agora 17 215 casos em vigilância, o que se traduz num decréscimo de 823.

Lisboa e Vale do Tejo com 68,4% do total de óbitos

A região de Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a mais afetada pela pandemia, contando 13 dos 19 óbitos registados nas últimas 24 horas - 68,4%. Quanto aos novos casos, contabiliza 208 - 36,9% do total.

A região norte tem 132 novos casos e três mortes, enquanto a região centro contabiliza 114 contágios e dois óbitos. No Alentejo há 26 casos e uma morte a lamentar, enquanto o Algarve tem mais quatro casos, sem óbitos.

Nas regiões autónomas os Açores contam 27 novos contágios e a Madeira 53, também sem óbitos.

Farmácias com testes rápidos a partir deste sábado

Este sábado marca o início da venda de testes rápidos nas farmácias e locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica. Uma medida de caráter excecional, que ficará em vigor durante os próximos seis meses, e que se enquadra na Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2, com o intuito de "intensificar os rastreios laboratoriais regulares para deteção precoce de casos de infeção como meio de controlo das cadeias de transmissão".

Recorde-se que na próxima segunda-feira reabrem as creches, o pré-escolar e o ensino básico. Passa também a ser permitida a venda ao postigo nas lojas de bens essenciais que até agora estavam fechadas.

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