Condicionamento de trânsito na A5
Condicionamento de trânsito na A5Filipe Amorim

Deslizamento de terras leva a corte do acesso da Ponte 25 de Abril à A5, no sentido Lisboa-Cascais

Deslizamento de terras ocorreu ao quilómetro 1, na subida para o Monsanto, no mesmo local em que ocorreu um outro na quarta-feira.
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Um novo deslizamento de terras, ao quilómetro 1 da A5, no sentido Lisboa-Cascais obrigou ao corte do acesso da Ponte 25 de Abril àquela autoestrada.

Inicialmente o trânsito continuou a circular, mas com condicionamentos, mas a via acabou por ser cortada. "A alternativa para quem sai da ponte e queira entrar na A5 é sair para Alcântara ou Monsanto", informou a Brisa, empresa que têm a concessão daquelas infraestruturas rodiviárias.

Fonte da Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa tinha adiantado à Lusa, cerca das 15h40, que tinha ocorrido um novo deslizamento de terras ao quilómetro 1, na subida para o Monsanto, no mesmo local em que ocorreu um outro na quarta-feira.

De acordo com a mesma fonte, no local está “um forte dispositivo de meios”, entre agentes da PSP e GNR, adiantando que “não houve danos em viaturas”.

Na altura, a mesma fonte admitia um corte de trânsito e acrescentava “não haver previsibilidade de hora de reabertura”.

Já na quarta-feira, o trânsito na A5 esteve cortado no sentido Lisboa–Cascais, do viaduto de Duarte Pacheco até à Cruz das Oliveiras (quilómetro 1), depois de um deslizamento de terras ter obstruído duas faixas de rodagem, cerca das 19:20.

O trânsito na A5 reabriu hoje às 06h27 em duas das quatro vias no sentido Lisboa-Cascais, depois de terem sido terminados trabalhos de limpeza, segundo disse a GNR.

“Durante a noite foram removidos detritos devido à derrocada de quarta-feira. No local estão [06:30) elementos da Brisa, a concessionária da autoestrada, a avaliar a situação. Não há ainda uma previsão para a normalização uma vez que vai ter de ser feita e estabilização do talude”, indicou na altura.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

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