Mais de 4,8 milhões de vacinados com dose de reforço

São as pessoas entre os 70 e os 79 anos que registam uma maior percentagem de vacinados com dose de reforço (95%), seguida dos que têm 80 ou mais anos (93%).

Portugal já tem mais de 4,8 milhões de pessoas vacinadas com a dose de reforço contra a covid-19, de acordo com o relatório de vacinação diário divulgado este domingo pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo os dados, até sábado foram vacinadas mais 84.013 pessoas com dose de reforço contra a covid-19 face ao dia anterior, elevando o total de vacinados com reforço para 4.865.254.

Os dados indicam também que há mais 1.782 pessoas com o esquema vacinal primário completo, o que corresponde a um total de 8.790.758.

Já entre os mais novos elegíveis para a vacinação, os dados mostram que em 24 horas mais 11 crianças entre os 5 e os 11 anos iniciaram a vacinação, num total de 301.056 crianças com o processo iniciado.

No que respeita à vacinação contra a gripe, mais 3.977 pessoas foram vacinadas até 29 de janeiro, totalizando 2.563.741 indivíduos vacinados contra a gripe neste inverno.

"Relativamente ao dia anterior, foram registadas um total de mais 89.783 inoculações de vacinas contra a covid-19 (esquema primário completo e reforço) e contra a gripe", lê-se no relatório.

Por faixas etárias, são as pessoas entre os 70 e os 79 anos que registam uma maior percentagem de vacinados com dose de reforço (95%), seguida dos que têm 80 ou mais anos (93%).

Na faixa etária entre os 60 e os 69 anos, a percentagem é de 88%, e na que respeita aos 50 e 59 anos esta é de 73%.

A covid-19 provocou mais de 5,65 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.856 pessoas e foram contabilizados 2.611.886 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A nova variante Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

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