Centros de vacinação começaram esta quarta-feira a funcionar com semáforos virtuais

No caso de a luz do semáforo virtual estar vermelha, estima-se que o tempo de espera seja superior a uma hora. Se estiver amarela, a previsão é entre 30 minutos a uma hora e quando a cor for verde o período provável de espera é de 30 minutos

A task force que coordena a vacinação contra a covid-19 informou esta quarta-feira que os centros de vacinação começaram a funcionar com um sistema de semáforos virtuais que indica o período de espera.

"O sistema de semáforos já se encontra disponível", adiantou, à agência Lusa, fonte oficial da task force.

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Os semáforos que não entraram em funcionamento em alguns centros de vacinação até ao início da tarde, ainda esta quarta-feira ficarão operacionais, assegurou a mesma fonte.

No caso de a luz do semáforo virtual estar vermelha, estima-se que o tempo de espera seja superior a uma hora. Se estiver amarela a previsão do atendimento é entre 30 minutos a uma hora e quando a cor for verde o período provável de espera é de 30 minutos.

Na terça-feira, o coordenador da estrutura que coordena a logística da vacinação, Gouveia e Melo, apelou para que os horários de cada centro de vacinação sejam respeitados, de modo a diluir o fluxo de utentes a vacinar nas várias modalidades disponíveis.

"Nos últimos dias, um significativo número de utentes sem agendamento dirigiu-se a alguns centros de vacinação covid (CVC) para serem vacinados nas modalidades casa aberta e antecipação da segunda dose da vacina AstraZeneca, sem respeitarem horários estipulados por cada" uma destas estruturas, adiantou a task force.

A equipa que gere a logística da vacinação em Portugal continental solicitou que "todos os utentes respeitem os horários estabelecidos, quer no agendamento por mensagem SMS e telefonema, quer para as modalidades casa aberta e de antecipação da segunda dose da AstraZeneca, definidos para cada CVC".

Na segunda-feira, o vice-almirante afirmou que a possibilidade de longas filas nos centros de vacinação era expectável devido ao aumento do ritmo do processo, mas reconheceu que é um problema e teria de ser resolvido.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.118 pessoas e foram registados 892.741 casos de infeção, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, a Índia ou a África do Sul.

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