Associações e Sindicatos da GNR e PSP exigem reunião no prazo de uma semana
Foto: Reinaldo Rodrigues

Associações e Sindicatos da GNR e PSP exigem reunião no prazo de uma semana

"Há quem esteja disponível para unir forças e lutar por uma verdadeira valorização dos profissionais das Forças de Segurança", dizem.
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A Associação Nacional de Oficiais da Guarda Nacional Republicana (ANOG) exige ao exige ao Governo e ministro da Administração Interna uma reunião no prazo máximo de uma semana. Caso contrário, irá avançar para ações de protesto. Esta vontade está patente num comunicado divulgado esta quinta-feira, 10 de outubro, pelo organismo e por vários sindicatos e associações representativas dos profissionais da PSP e da GNR que se reuniram na terça-feira.

Esse encontro, diz a ANOG, "demonstrou uma realidade que já não pode ser ignorada: há quem esteja disponível para unir forças e lutar por uma verdadeira valorização dos profissionais das Forças de Segurança".

Lembrando que foram anunciadas reuniões e negociações, constatam que "as medidas não foram tomadas". "Não podemos aceitar que continue a ser utilizado o argumento de que determinadas estruturas “não assinaram o acordo” para lhes retirar legitimidade, O facto de não ter sido assinado um mau acordo, nunca pode significar abdicar do direito à representação e à luta por uma valorização efetiva da carreira policial", alega.

Constatando que "nasce um novo consenso crescente entre as Associações e Sindicatos da GNR e PSP", assente no princípio de que não há polícias de primeira e polícias de segunda, com remunerações diferentes, exige ao ministro da Administração Interna uma reunião no prazo de uma semana "antes de avançar para ações de protesto".

O obejtivo é discutir com Luís Neves a equiparação do suplemento atribuído aos profissionais da PSP e da GNR ao suplemento de missão dos inspetores da Polícia Judiciária; a valorização de toda a extensão das tabelas remuneratórias da PSP e da GNR; a revisão estrutural das carreiras e do sistema remuneratório.

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