Brasil soma 30.624 novos casos e aproxima-se de 14 milhões de infeções

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DN
© Leonardo Negrão / Global Imagens

Brasil soma 30.624 novos casos e aproxima-se de 14 milhões de infeções

O Brasil somou 30.624 casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, aproximando-se dos 14 milhões de infetados (13.973.695) desde o início da pandemia, informou hoje o executivo.

Em relação ao número de mortos, o país sul-americano contabilizou 1.347 óbitos entre domingo e hoje, num total de 374.682 vítimas mortais, segundo o último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde.

Os dados de hoje são inferiores aos atingidos na semana anterior, quando o país alcançou mais de três mil mortes diárias e de 80 mil novos casos.

Segundo explicações da própria tutela da Saúde, essa diminuição deve-se à falta de recursos humanos ao fim de semana para testar e recolher os dados, sendo que estes acabam por ser consolidados às terças-feiras.

Em números absolutos, o Brasil é o segundo país em todo o mundo com mais mortes devido à covid-19, depois dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos, depois da nação norte-americana e da Índia.

Lusa

Portugal deve atingir dois milhões com primeira dose da vacina esta terça-feira

Portugal deve atingir nesta terça-feira a marca dos dois milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose de vacina contra a covid-19, adiantou hoje a 'task force' responsável pelo plano de vacinação.

"Estima-se que, até dia 20 de abril, se conseguirá atingir os dois milhões de pessoas vacinadas pelo menos com uma dose", pode ler-se numa nota de imprensa enviada à Lusa pela 'task force' liderada pelo vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, na qual são também evidenciados os mais de 2,5 milhões de vacinas já administradas na população.

De acordo com os últimos números disponíveis, até às 23:59 de domingo tinham sido inoculadas com a primeira dose 1.933.854 pessoas, das quais 652.874 já tinham também recebido a segunda dose, perfazendo, assim, um total de 2.586.728 inoculações.

Lusa

António Costa: “Conseguimos administrar 180 mil vacinas durante este fim-de-semana”

“A luta contra a pandemia é um trabalho que cabe aos socialistas que estão no governo e nas autarquias”, afitmou esta segunda-feira António Costa nas comemorações do 48.º aniversário do Partido Socialista transmitidas via digital.

“Este fim-de-semana testamos capacidade do que vamos começar a fazer durante o final do mês de abril, maio e junho e por aí for a que foi vacinar 100 mil pessoas por dia. Graças ao trabalho conjunto desenvolvido com dezenas de autarcas por todo o país, foi possível montar postos de vacinação”, disse o secretário-geral do PS.

António Costa falava nas comemorações do aniversário do Parido Socialista, que também homenageou os autarcas socialistas eleitos nas eleições de 1976. O momento serviu também para arrancar com a estratégia do PS para as próximas eleições autárquicas.

Fundação Greta Thunberg apoia vacinação equitativa da OMS com 100 mil euros

A Fundação Greta Thunberg contribuiu hoje com 100 mil euros para o COVAX, um mecanismo gerido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para universalizar equitativamente a distribuição de vacinas contra a covid-19.

O montante será entregue à fundação da OMS e destina-se a apoiar a partilha de forma equitativa das vacinas contra a doença, que até agora têm sido distribuídas essencialmente pelos países mais desenvolvidos.

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Israel assina acordo para milhões de doses da vacina da Pfizer

Israel assinou esta segunda-feira um acordo com o gigante farmacêutico norte-americano Pfizer que permitirá ao Estado judaico obter de novo milhões de doses da vacina contra o covid-19, indicou um comunicado do Governo.

Perto de cinco milhões de israelitas, mais de metade da população, já receberam duas doses da vacina Pfizer-BioNTech, segundo os dados do Ministério da Saúde hoje publicados.

"Assinámos um acordo com a Pfizer para a aquisição de milhões de doses de vacinas que nos vão permitir continuar a lutar contra o corona até ao final de 2022", lê-se num comunicado conjunto do gabinete do primeiro-ministro e do Ministério da Saúde.

O país, de 9,2 milhões de habitantes e que desde dezembro efetua a mais intensa campanha de vacinação do mundo, saiu progressivamente do seu terceiro confinamento no início de fevereiro.

No domingo, foi abolida a obrigatoriedade do uso de máscara nos locais públicos.

Em troca de um acesso rápido a milhões de doses da vacina, Israel, que dispõe de dados médicos digitalizados do conjunto da população, forneceu à Pfizer dados sobre os efeitos da vacinação.

"Se não formos confrontados com uma surpresa pelas variantes que a vacina não combate, estaremos em condições de vacinar toda a população, adultos e crianças", congratulou-se o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, segundo o comunicado.

Israel, que recenseou 837.199 contágios e 6.340 mortes, regista desde há várias semanas um recuo da epidemia, com menos de 200 novos casos diários, contra mais de 10.000 no auge da crise.

Lusa

Itália regista 8800 novos casos e debate reabertura de escolas

A Itália registou 8.864 novas infeções e 316 mortes com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, enquanto instituições de ensino, governos regionais e sindicatos debatem o regresso ao ensino presencial na próxima segunda-feira.

O número de novos casos representa uma diminuição de 3.830, quando comparados com 12.694 no domingo, embora o número de testes também tenha sido muito menor.

As mortes com covid-19, por outro lado, aumentaram de 251 para 316, elevando o número total de mortes para 117.243 desde o início da crise sanitária na Itália, em fevereiro do ano passado, com um total 3.878.994 infeções.

A pressão hospitalar permanece estável, com 26.986 doentes internados, 27 a mais do que no domingo, e 3.244 em cuidados intensivos, menos 67 do que no dia anterior.

A Itália já aplicou 15.352.790 doses de vacinas contra a covid-19 e 4.507.326 pessoas já tiveram as duas doses para obter imunidade.

O país vai diminuir as medidas restritivas a partir da próxima segunda-feira, 26 de abril, quando a qualificação de "zona amarela", de menor risco epidemiológico, será recuperada e as regiões que nela ingressarem poderão ter os seus restaurante e bares a receber clientes, desde que estejam ao ar livre.

Nesse dia, todos os estabelecimentos de ensino também serão reabertos em regiões com limitações médias e baixas, onde agora o atendimento presencial em escolas e universidades é de apenas 50%.

No entanto, este desconfinamento suscita dúvidas entre os dirigentes das instituições de ensino e entre os presidentes das regiões, e os sindicatos pediram ao Governo italiano que revertesse a reabertura, por considerá-la "um gesto político que não se baseia em condições reais".

O primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, tem dito em várias ocasiões que a educação é a sua maior prioridade e que o ensino voltará a ser presencial, pelo menos, no último mês do calendário escolar, que termina genericamente em 08 de junho para os 8,5 milhões de alunos do país.

Hoje, são 6,85 milhões os alunos que já podem ir fisicamente à escola, depois de algumas regiões como a Campânia (sul) terem saído do confinamento.

A maior parte do país encontra-se atualmente na "zona laranja", aquela com um nível médio de limitações, e apenas quatro regiões estão na de maior risco epidemiológico: Campânia e Apúlia (sul), Vale de Aosta (norte) e a ilha da Sardenha.

Lusa

Espanha com mais contágios regista 21.071 casos e 121 mortes desde sexta-feira

Espanha registou 21.071 novos casos de covid-19 desde sexta-feira, elevando para 3.428.354 o total de infetados até agora, tendo a incidência acumulada subido para 231 casos por 100.000 habitantes nas últimas duas semanas.

O Ministério da Saúde espanhol também contabilizou durante o fim de semana mais 121 mortes atribuídas à pandemia, passando o total de óbitos para 77.102.

O nível de incidência acumulada (contágios) em Espanha continua a subir, tendo passado de 213 (sexta-feira) para 231 casos (hoje) diagnosticados por 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.

As comunidades autónomas com os níveis mais elevados são as de Navarra (429), Madrid (407), País Basco (400), Aragão (272), Andaluzia (263) e Catalunha (254).

Madeira admite aligeirar medidas restritivas na próxima semana

O Governo da Madeira admitiu esta segunda-feira que na próxima semana se possa aligeirar as medidas restritivas em vigor desde janeiro na região para combater a pandemia da covid-19.

O vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, revelou que a decisão poderá ser anunciada até à próxima segunda-feira, mas que dependerá da análise da situação sanitária no arquipélago nos últimos 15 dias, tendo em conta o regresso das aulas presenciais no 3.º ciclo e no ensino secundário e do período da Páscoa.

À margem da inauguração do Espaço Cidadão na freguesia de Santo António, concelho do Funchal, Pedro Calado sublinhou que o Governo Regional está a tentar gerir da melhor forma a relação entre epidemia e a economia, pelo que admitiu "o aligeirar de algumas medidas tomadas em janeiro" de contenção da doença.

O governante considerou que a "vacinação está a correr muito bem", lembrando que já houve uma "reabertura cautelosa de muitas atividades". "Até ao dia 26, o presidente do Governo Regional [Miguel Albuquerque] fará o ponto da situação", acrescentou.

Pedro Calado revelou ainda que está a ser preparada "uma carrinha itinerante" da Loja do Cidadão para levar os seus serviços até às populações.

Considerou ainda uma "excelente notícia" o reforço da operação da TAP com seis voos por semana para a ilha do Porto Santo.

Segundo a Direção Regional de Saúde, a Madeira tinha até domingo 8.737 casos confirmados de covid-19, 8.351 recuperações, 71 óbitos associados à doença e 315 situações ativas.

O Governo da Madeira decidiu na quinta-feira prolongar até 26 de abril o recolher obrigatório entre as 19:00 e as 5:00 do dia seguinte, durante a semana, e entre as 18:00 e as 5:00, ao fim de semana e feriados.

No arquipélago, as atividades comerciais, industriais e de serviços, tal como a restauração, encerram durante a semana às 18:00 e aos fins de semana às 17:00, sendo que o horário de entrega de refeições ao domicílio decorre até às 22:00, todos os dias da semana.

Lusa

Reino Unido reduz números para níveis de setembro

O Reino Unido registou 4 mortes e 2.963 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com os dados publicados pelo Governo britânico, satisfeito por ter reduzido os números para níveis de dezembro.

"O vírus diminuiu, mas não está derrotado", afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock, no parlamento, referindo que "o maior risco para o progresso é uma nova variante contra a qual as vacinas não respondam tão bem".

Foi nesse sentido que anunciou a interdição de viagens da Índia a partir de sexta-feira devido ao agravamento da situação epidémica naquele país.

Hancock, disse que já foram identificados 103 casos de uma nova variante identificada na Índia designada por B.1.617, cuja transmissibilidade e resistência às vacinas ainda estão a ser investigadas.

As autoridades britânicas reforçaram também a testagem em alguns bairros de Londres para controlar surtos locais da variante descoberta na África do Sul (B.1.351), da qual já foram identificados 557 casos desde dezembro.

Entre 13 e 19 de abril, o número de mortes desceu 26,9% e o número de infeções 10% relativamente aos sete dias anteriores, sendo a média diária de 25 mortes e 2.469 casos.

O total oficial desde o início da pandemia passou assim para 127.274 óbitos confirmados em 4.390.783 casos.

Na quinta-feira, data dos números mais recentes disponíveis, estavam hospitalizadas 2.186 pacientes, o valor mais baixo desde 27 de setembro.

No total, 32.932.448 pessoas foram imunizadas com uma primeira dose, das quais 10.152.039 já receberam uma segunda dose, administrada com um intervalo de entre três e 12 semanas.

Lusa

Governo britânico proíbe viagens da Índia devido a nova variante

O Governo britânico anunciou esta segunda-feira a interdição de viagens da Índia a partir de sexta-feira devido ao agravamento da situação epidémica naquele país.

Numa intervenção no parlamento, o ministro da Saúde, Matt Hancock, adiantou que já foram identificados 103 casos de uma nova variante identificada na Índia designada por B.1.617, cujo risco ainda está a ser investigado.

Assim, disse que a Índia vai entrar para a "lista vermelha" de países cujas viagens para Inglaterra estão limitadas a nacionais britânicos ou residentes no Reino Unido.

Ao chegarem, os viajantes são obrigados a cumprir uma quarentena de 10 dias num hotel designado a um custo de 1.750 libras (2.020 euros).

"Temos de agir porque temos de proteger o progresso que fizemos neste país em combater esta doença terrível", vincou.

O anúncio surge horas depois de ter sido anunciado o cancelamento de uma visita oficial do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, na próxima semana à Índia.

O país relatou mais de 270.000 infeções na segunda-feira, contabilizando mais de 15 milhões de casos e mais de 178.000 mortes desde o início da pandemia covid-19.

A capital, Nova Deli, impôs um confinamento de uma semana para evitar o colapso do sistema de saúde devido à falta de camas.

Lusa

UE recebe este ano 600 milhões de doses de vacinas da BioNTech/Pfizer

A Comissão Europeia anunciou esta segunda-feira que decidiu ativar a opção contratual para mais 100 milhões de doses da vacina da BioNTech/Pfizer contra a covid-19, prevendo que a União Europeia (UE) receba 600 milhões de unidades este ano.

"Notícias importantes sobre as vacinas contra a covid-19: a Comissão Europeia ativou a opção contratual para mais 100 milhões de doses de vacina BioNTech/Pfizer", divulgou a comissária europeia da Saúde, Stella Kyriakides, através de uma publicação na rede social Twitter.

Assim, "um total de 600 milhões de doses será entregue à UE em 2021", acrescentou a responsável pela tutela.

Stella Kyriakides garantiu ainda que Bruxelas vai "continuar a trabalhar incansavelmente para assegurar que as vacinas cheguem rapidamente aos cidadãos" da UE.

A campanha de vacinação da UE tem sido marcada por atrasos na entrega de vacinas por parte da AstraZeneca e agora da Janssen (grupo Johnson & Johnson), depois de terem sido registados casos raros de formação de coágulos sanguíneos após a toma de ambos os fármacos.

Lusa

Cerca de mil pessoas testadas em dia de arranque na Universidade Nova

Cerca de mil estudantes, professores, investigadores e funcionários estão a submeter-se nesta segunda-feira a testes rápidos no dia do regresso ao ensino presencial na Universidade Nova de Lisboa.

"Este processo de testagem foi um desafio porque o universo da faculdade engloba cerca de 25 mil pessoas entre funcionários, alunos, docentes e investigadores. Estabelecer, com a dispersão geográfica, testagem para todos foi uma operação com uma logística complexa", explicou o vice-reitor da Universidade Nova de Lisboa, José Fragata.

A universidade estabeleceu quatro pontos de testagem: um no Campus de Campolide, que serve a reitoria, a Faculdade de Direito, a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e a Information Management School; outro na Nova Medical School, outro em Carcavelos na Nova School of Business and Economics e uma em Almada na Faculdade de Ciências e Tecnologia.

Só no Campus de Campolide houve, até à hora de almoço, perto de 400 inscrições para testes rápidos, o que deixou a diretora da Faculdade de Direito, Mariana França Gouveia, com esperança que este processo dê uma confiança acrescida em relação ao semestre anterior, pois permite "identificar os casos de infeção precocemente".

Lusa

Salas do Campus de Justiça sem condições para advogados de turno - Ordem

O bastonário Luís Menezes Leitão visitou esta segunda-feira o o Juízo Local Criminal e o Juízo de Instrução Criminal de Lisboa e disse à agência Lusa que as instalações para os advogados que estão em escala presencial são exíguas e sem condições mínimas, temendo que, caso haja um surto de covid-19, "a situação se torne muito complicada".

"Ficámos muito preocupados com as condições das salas nas quais se podem juntar quatro a oito pessoas, porque não têm ventilação artificial e, se houver um surto, pode acontecer uma tragédia", afirmou o bastonário, considerando precipitada a decisão da Direção-geral da Administração da Justiça (DGAJ) de obrigar os advogados de turno a permanecerem nos tribunais em vez de os contactar, caso haja diligências. "O senhor juiz presidente da comarca disse que não tinha queixa do funcionamento desse sistema, que não houve queixas de que houvesse alguma diligências que não se tenha realizado por causa de atrasos dos advogados", frisou Menezes Leitão, lamentando a decisão da DGAJ.

"Neste quadro de pandemia parece-me absolutamente impensável que se ponha a vida das pessoas em risco. Estou muito preocupado com condições de funcionamento deste tribunal. Os oficiais de justiça não têm acrílicos, ao contrário do que acontece em outros tribunais e os que existem nas salas de audiência são rotativos", criticou o bastonário, cuja visita às instalações foi efetuada após queixas recebidas pela Ordem.

Menezes Leitão aguarda ser recebido pela ministra da Justiça a quem vai expor o problema e sugerir que o sistema possa ser revertido e que os advogados de turno não tenham de aguardar nas instalações do tribunal, alegando "não haver justificação" para isso acontecer, em tempo de pandemia.

Lusa

Autarca de Almeirim pede vacinação "já" acima dos 60 anos nos concelhos de risco

O presidente da Câmara de Almeirim, concelho que apresenta mais de 120 casos de covid-19 por 100 000 habitantes em 14 dias, quer que sejam aplicadas já as vacinas a todos os munícipes com mais de 60 anos.

Em declarações à Lusa, Pedro Ribeiro (PSD) afirma que propôs às autoridades de saúde que "os concelhos em risco recebam, de uma vez, o número de vacinas necessárias para que a população com mais de 60 anos seja toda vacinada já", sublinhando que, dessa forma, a população que "representa 96% dos casos graves e mortes, estaria protegida".

O autarca menciona que tendo em conta que existem vacinas disponíveis, estas deveriam ser direcionadas para os concelhos classificados como de risco, para serem aplicadas a este grupo populacional, seguindo um procedimento idêntico ao que foi adotado quando se priorizaram os lares: "No nosso caso são 'apenas' 3 500 vacinas e, com o aumento da nossa capacidade no centro de vacinação, este era um processo que ficava tratado em quatro dias e não até final de maio como está previsto", declarou.

Para o autarca, mais de um ano depois do início da pandemia, com todas as medidas de prevenção de contágio adotadas e com o processo de vacinação em curso, não faz sentido recorrer sistematicamente ao confinamento, com todos os efeitos que daí decorrem para a economia e a vida das pessoas. "Números como os que tivemos em janeiro justificam que se tenha de confinar. Agora, é preciso perceber se se justifica na situação atual", disse.

Lusa

Ministro garante que não há discriminação dos professores do ensino superior na vacinação

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior disse esta segunda-feira no Porto que "não há discriminação" dos professores do ensino superior relativamente à vacinação, porque "o contacto entre estudantes e docentes é muito inferior aos outros graus de ensino".

"Este é um processo massivo, há falta de vacinas ainda e, por isso, as orientações da 'task force' têm de ser seguidas. Este é um problema de saúde e não podemos estar com algumas intrigas corporativistas", considerou Manuel Heitor.

Questionado sobre a exclusão dos professores universitários da vacinação nesta fase, o ministro garantiu que "não há uma discriminação" referindo que a retoma no ensino superior está a ser feita com "sistemas híbridos". "Obviamente temos períodos de contacto entre os estudantes e os docentes muito inferiores a todos os outros níveis de ensino, sobretudo ao ensino básico e, por isso, o ensino superior tem condições, características que também são muitos diferentes do ensino básico. Não vejo uma razão para se tomar todas as decisões semelhantes", sustentou.

A seu ver, "o que é importante é ter uma retoma responsável, um reinicio responsável, e garantir que é minimizado o impacto da pandemia nas condições de aprendizagem dos estudantes".

Lusa

Pandemia já matou pelo menos 3 020 765 pessoas no mundo

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 3 020 765 pessoas no mundo desde que foram detetados os primeiros casos, no final de 2019. No mesmo período foram também diagnosticados mais de 141 291 720 casos de infeção pelo SARS-CoV-2.

Só no domingo, foram registados 8 980 óbitos e 687 697 novos casos em todo o mundo.

Os Estados Unidos são o país mais afetado até esta segunda-feira em termos de mortes e casos, com 567 217 mortes em 31 670 353 casos de acordo com o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins. Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 373 335 mortes e 13 943.071 casos, o México com 212 339 óbitos e 2 305 602 casos, a Índia com 178 769 mortes e 15 061 919 casos e o Reino Unido com 127 270 óbitos e 4 387 820 casos.

A Europa totalizou esta segunda-feira 1 025 222 mortes em 48 058 397 casos de infecção. Segue-se a América Latina e Caraibas com 864 999 óbitos e 27 225 838 casos, os Estados Unidos e Canadá com 590 833 mortes e 32 789 620 casos, a Ásia com 298 242 óbitos e 21 456 957 casos, o Médio Oriente com 122 581 mortes e 7 290 046 casos, a África com 117 861 óbitos e 4 429 269 casos e a Oceânia com 1 027 mortes e 41 602 casos.

Lusa

Grécia levanta quarentena para viajantes da UE e mais cinco países

As autoridades da aviação civil grega anunciaram esta segunda-feira o levantamento da quarentena obrigatória de sete dias em vigor até agora para viajantes "residentes permanentes de países membros da União Europeia (UE)", do Espaço Schengen e também entram nesta lista o Reino Unido, os Estados Unidos, Israel, Sérvia e os Emirados Árabes Unidos.

Este levantamento da quarentena, imposta devido à pandemia do SARS-CoV-2, é aplicado para voos relativos a "viajantes que receberam as duas doses da vacina" ou para aqueles que "são negativos para o vírus e têm teste negativo para novo coronavírus com menos de 72 horas", disse a declaração da aviação civil grega.

O anúncio ocorre num momento de pico da pandemia do SARS-CoV-2 no país, com dezenas de mortes e mais de 1 500 casos de infeções pelo novo coronavírus por dia.

Os habitantes da Grécia ainda estão sujeitos a confinamento estrito e as viagens entre regiões só são permitidas por razões "essenciais" (familiares ou profissionais). A quarentena será suspensa esta segunda-feira, mas as outras "restrições para voos domésticos ou internacionais vigorarão até 26 de abril", disse a aviação civil, que reavalia regularmente as medidas em função da situação de saúde.

Lusa

Vacinados em casa doentes acamados do distrito de Bragança

Os doentes acamados do distrito de Bragança estão a ser vacinados em casa por equipas da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste.

De acordo com os dados avançados em comunicado, na área de abrangência da ULS do Nordeste, que corresponde ao distrito de Bragança, "foram referenciadas 273 pessoas acamadas para vacinação contra a covid-19, das quais já se encontram vacinadas, até à data, 163".

As equipas dos centros de saúde estão a deslocar-se ao domicílio destes doentes para administrar a vacina, possibilitando "assim que pessoas dependentes e com dificuldades acrescidas de mobilidade possam receber a vacina no conforto do seu lar, atendendo às suas necessidades e constrangimentos específicos".

A ULS do Nordeste explica que "o processo de vacinação domiciliária começa com o agendamento prévio, sendo as marcações efetuadas de modo a evitar o desperdício de doses". No dia e hora marcados, a equipa de vacinação, constituída por um profissional de medicina e um profissional de enfermagem, desloca-se a casa do utente para a administração da vacina, segundo a fonte.

"Após a inoculação, a equipa aguarda 30 minutos, em vigilância, de modo a garantir uma resposta pronta, no caso de surgir alguma eventual reação à vacina, e segue então caminho para a vacinação noutro domicílio", acrescenta.

Lusa

PM britânico cancela visita à Índia pela segunda vez este ano

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, cancelou uma visita oficial à Índia prevista para o final da semana devido ao agravamento da pandemia covid-19 no país aisático.

"Tendo em conta a situação atual do coronavírus, o primeiro-ministro, Boris Johnson não poderá viajar para a Índia na próxima semana. Em vez disso, os primeiros-ministros [Narendra] Modi e Johnson falarão no final deste mês para aprovar e lançar os seus planos ambiciosos para a futura parceria entre o Reino Unido e a Índia", refere o comunicado.

Uma visita de Boris Johnson ao país, considerada importante no contexto pós-Brexit para aproximar economicamente os dois países, já tinha sido cancelada em janeiro e estava agora prevista para abril.

Na última semana, a Índia chegou a registar mais de 260 mil novos casos por dia e isto terá feito com que nos últimos dias tenha aumentado a pressão sobre o Governo para a visita ser cancelada e a Índia ser colocada na "lista vermelha" de países com interdição de viagens e cujos viajantes são obrigados a cumprir uma quarentena de 10 dias num hotel designado a um custo de 1.750 libras (2.020 euros).

Lusa

Trabalhadores das Lojas do Cidadão vão ser testados periodicamente

"Nós vamos iniciar, espero que ainda em abril, uma testagem massiva de todos os trabalhadores que exercem funções nas Lojas do Cidadão, todos eles, com uma periodicidade que está a ser definida pela Agência para a Modernização Administrativa com a Direção-Geral de Saúde", afirmou a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão.

A governante falava em Castelo Branco, onde se deslocou para assinalar a reabertura das Lojas do Cidadão na terceira fase de desconfinamento que se iniciou esta segunda-feira. Segundo a ministra, o objetivo desta testagem massiva passa por "garantir uma segurança extra" a todos os trabalhadores daqueles espaços e aos cidadãos que ali se deslocam para tratar dos seus assuntos.

"Apesar de fechadas as lojas, temos continuado a trabalhar 'online' e, por exemplo, 350 mil cartões do cidadão foram entregues através dos CTT e nos Espaços Cidadão que permitem a entrega dos cartões. Apesar disso, abrir as lojas é muito importante", mencionou também Alexandra Leitão.

Lusa

Bélgica reabre viagens para o estrangeiro mas aperta controlos

A Bélgica voltou hoje a autorizar as viagens não essenciais para fora do país, mas vai monitorizar melhor os testes dos viajantes, nomeadamente o do segundo, sete dias após o regresso de zonas vermelhas.

"Vamos monitorizar melhor os testes", disse a responsável pelos testes e rastreios na Bélgica, Karine Moykens, em declarações ao jornal Le Soir, no dia em que as viagens não essenciais deixam de ser proibidas, mas são desaconselhadas.

Os residentes no país que regressam de uma zona vermelha, conforme o código de cores fixado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla inglesa) em função do número de casos de covid-19 por 100.000 habitantes, terão de apresentar um teste PCR negativo à chegada à Bélgica, manter-se em quarentena e fazer um segundo teste sete dias depois.

Moykens referiu que a percentagem de pessoas que fizeram o segundo teste -- e para o qual recebem uma prescrição via sms -- é muito baixa, pelo que a meta dos serviços de rastreio é garantir que este é realizado, através de controlos mais apertados.

Segundo dados do serviço, em fevereiro, 87% das pessoas fizeram o primeiro teste, enquanto 47% fizeram o segundo.

Em março, a proporção foi de 68% e 29% e no início de abril, 75% fizeram o primeiro teste e apenas 26% o segundo.

Portugal, com uma notificação de 68,46 casos por 100.000 habitantes nas semanas 13 e 14 do ano (29 de março a 11 de abril) está classificado como "laranja" pelo ECDC.

As viagens não essenciais estavam interditas na Bélgica, com exceções, desde final de janeiro.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.011.975 mortos no mundo, resultantes de mais de 140,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Lusa

Governo de Nova Deli impõe confinamento total por uma semana na cidade

As autoridades de Nova Deli vão impor um confinamento total por uma semana, a partir de hoje à noite, para evitar um colapso do setor de saúde na capital, onde os hospitais estão sobrelotados e há falta oxigénio medicinal.

"Decidimos impor um confinamento em Nova Deli das 22:00 de hoje às 06:00 da próxima segunda-feira", disse o responsável de governo da capital, Arvind Kejriwal, numa mensagem transmitida pela televisão.

"Se não impusermos um confinamento agora, a tragédia será maior. Não podemos empurrar Deli para uma situação em que os pacientes esperam nos corredores e as pessoas morrem nas estradas", lamentou o responsável do Governo.

Os hospitais da cidade, com cerca de 20 milhões de habitantes, estão "no limite", disse Kejriwal, que justificou a necessidade de "medidas drásticas" para evitar "um colapso do sistema de saúde", embora tenha anunciado que os serviços essenciais continuarão a funcionar normalmente.

A cidade, como o resto da Índia, registou um número recorde de infeções do novo coronavírus nos últimos dias, o que disparou o alarme entre as autoridades e levou o governo local a impor um confinamento no último fim de semana e encerrar restaurantes e centros comerciais.

Kejriwal lembrou que Nova Deli registou cerca de 23.500 casos nas últimas 24 horas, embora nos últimos dias as infeções tenham rondado 25.000.

"Se 25 mil pacientes chegarem todos os dias, o sistema entrará em colapso: não há camas", explicou o chefe do governo da cidade.

Segundo uma página oficial na Internet que informa sobre a disponibilidade de camas nos de cuidados intensivos, reservadas para casos mais graves que necessitam assistência respiratória, só estão livres 113 das 4.220 camas da cidade, ainda que o governo planeie abrir novas vagas nos próximos dias..

Lusa

África com mais 235 mortos e 9.029 infetados nas últimas 24 horas

África registou mais 235 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, para um total de 117.890 desde o início da pandemia, e 9.029 novos casos de infeção, segundo os dados oficiais mais recentes no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infetados nos 55 Estados-membros da organização é de 4.428.486 e o de recuperados da doença nas últimas 24 horas é de 7.218, para um total de 3.966.193 desde o início da pandemia.

A África Austral continua a ser região mais afetada, registando 1.942.829 infetados e 61.282 mortos associados ao contágio com a doença. Nesta região, a África do Sul, o país mais atingido pela covid-19 no continente, regista 1.566.769 casos e 53.736 mortes.

O Norte de África é a segunda zona mais atingida, com 1.317.699 infetados e 37.999 vítimas mortais.

A África Oriental contabiliza 571.253 infeções e 10.361 mortos, enquanto na África Ocidental o número de infeções é de 450.186 e o de mortes ascende a 5.918. A África Central contabiliza 146.519 casos de infeção e 2.330 óbitos.

O Egito, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 12.738 mortes e 216.334 infetados, seguindo-se a Tunísia, com 9.783 óbitos e 285.490 casos de infeção. Marrocos regista 505.811 casos de infeção e 8.945 mortes associadas à covid-19.

Entre os países mais afetados estão também a Argélia, com 3.155 mortos e 119.550 infetados, e a Etiópia, com 3.370 vítimas mortais e 242.028 infeções.

Em relação aos países de língua oficial portuguesa, Moçambique regista 798 mortes e 69.203 casos, seguindo-se Angola (561 óbitos e 24.839 casos de infeção), Cabo Verde (192 mortos e 20.466 casos), Guiné Equatorial (106 óbitos e 7.259 casos), Guiné-Bissau (66 mortos e 3.712 casos) e São Tomé e Príncipe (35 mortos e 2.271 casos).

Lusa

Alemanha regista um aumento da incidência acumulada numa semana

A incidência acumulada em sete dias aumentou na Alemanha até aos 165,3 casos por 100 mil habitantes, face a 136,4 na semana passada, com 11.437 novos contágios nas últimas 24 horas, menos 1.800 do que na segunda-feira anterior.

O número de mortos por covid-19 ascendeu a 92, face a 99 há uma semana, de acordo com os dados do Instituto Robert Koch (RKI) atualizados durante a madrugada. Assim, o país regista um total de 3.153.699 casos positivos e 80.006 mortes.

O pico da incidência registou-se no dia 22 de dezembro com 197,6 novas infeções por cada 100 mil habitantes no período de uma semana.

O fator semanal de reprodução (R) situa-se em 1,16, o que significa que cada 100 infetados contagiam em média 116 pessoas.

No período de uma semana, as autoridades sanitárias notificaram 137.466 novos contágios sendo que o RKI estima que os casos ativos ascendem nesta altura a 286.500.

Nas unidades de cuidados intensivos estavam internados no domingo 4.842 pacientes com covid-19 (mais 56 em 24 horas), dos quais 2.723 precisavam de respiração assistida de acordo com a Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e Medicina de Urgência (DIVI). Atualmente, 20.209 camas das unidades de cuidados intensivos do país estão ocupadas.

Lusa

China com 11 casos em 24 horas, todos oriundos do exterior

A China detetou onze casos de covid-19, nas últimas 24 horas, todos oriundos do estrangeiro, anunciaram esta segunda-feira as autoridades de saúde chinesas.

A Comissão de Saúde da China adiantou que o número total de casos ativos é de 315, incluindo seis em estado grave.

Desde o início da pandemia da covid-19, o país registou 90 510 casos da doença e 4 636 mortos.

Lusa

Escalões de formação das modalidades de médio risco retomam treinos

Os treinos dos escalões de formação das modalidades desportivas de médio risco voltam a ser permitidos a partir desta segunda-feira, após 13 meses de paragem global.

Depois do regresso da prática de desportos de baixo risco e da atividade física ao ar livre ou em ginásios e academias até quatro pessoas, a 5 de abril, o Conselho de Ministros decidiu prosseguir a estratégia de reabertura deste setor face à pandemia de covid-19. No lote de novidades estão as principais modalidades coletivas, casos do andebol, basquetebol, futebol, futsal, hóquei em patins e voleibol, cujas divisões profissionais prosseguiram durante o segundo confinamento geral, em vigor desde 15 de janeiro.

O Governo também decidiu estender a atividade física ao ar livre até grupos de seis pessoas, mantendo os ginásios sem aulas de grupo em quase todos concelhos do território continental.

Lusa

Índia ultrapassa os 15 milhões de infetados, novo recorde de mortos e casos

A Índia ultrapassou hoje 15 milhões de infetados com o novo coronavírus desde o início da pandemia, após ter registado um novo recorde diário, tanto em número de casos como em mortes.

O país asiático está a enfrentar uma segunda vaga e nas últimas 24 horas identificou 273.810 contágios, de acordo com o Ministério da Saúde indiano.

O número de óbitos por covid-19 é agora de 178.769, depois de ter registado um máximo histórico de 1.619 mortes num único dia.

O segundo país mais afetado do mundo em termos absolutos, depois dos Estados Unidos, viu os casos dispararem nas últimas semanas.

Lusa

EUA com 335 mortos e 42.470 casos nas últimas 24 horas

Os Estados Unidos registaram 335 mortos e 42.470 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

Desde o início da pandemia, o país acumulou 567.210 óbitos e 31.668.343 casos da doença.

Os EUA são o país com mais mortes devido ao novo coronavírus e também com mais casos de infeção.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, estimou que o país registe no total mais de 600 mil mortos devido à covid-19.

O Instituto de Métricas e Avaliações de Saúde da Universidade de Washington, em cujos modelos de projeção da evolução da pandemia a Casa Branca se baseia com frequência, previu cerca de 610 mil mortes até 01 de julho.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.011.975 mortos no mundo, resultantes de mais de 140,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

Lusa

Alunos do secundário e superior regressam hoje ao ensino presencial e com rastreios

Os alunos do ensino secundário e do superior regressam hoje às aulas presenciais, depois de quase três meses em casa, com rastreios à covid-19 que, nestes níveis de ensino, passam também a incluir os estudantes.

A reabertura das escolas secundárias e instituições de ensino superior faz parte da terceira fase do plano de desconfinamento do Governo, que arranca hoje e abrange todo o território nacional, incluindo os dez concelhos que não avançam para esta nova etapa.

Desde 22 de janeiro em casa, os alunos mais velhos regressam agora às aulas presenciais com medidas de segurança sanitária reforçadas, designadamente a realização de rastreios à covid-19.

No ensino superior, apesar de grande parte dos estudantes continuar para já em casa, uma vez que as instituições preferiram privilegiar as aulas práticas e retomar, noutros casos, o regime de ensino misto, a realização dos testes rápidos de antigénio começou no dia 12 de abril.

Neste caso, o programa de testagem resulta de uma parceira com a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), que disponibilizou na semana passada mais de 240 mil testes, e envolve estudantes, investigadores, docentes e não docentes.

Os rastreios continuam esta semana, estando previsto que as universidades e politécnicos recebam mais 'kits' da CVP sempre que o solicitem e a possibilidade de garantirem elas próprias "as condições adequadas para a realização de testes, e a formação de recursos humanos das próprias instituições que possam proceder à realização massiva dos testes", segundo a tutela.

Lusa